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Brasil

O juiz Vallisney Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, decidiu manter nesta segunda-feira (22) as ações penais do Ministério Público Federal contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o filho Luiz Cláudio Lula da Silva e dois empresários. Eles são acusados por tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa no âmbito da operação Zelotes.

As denúncias foram aceitas em dezembro e, nesta segunda, o juiz rejeitou os pedidos de absolvição sumária (sem julgamento) dos quatro réus. As ações fazem referência à compra de caças suecos pelo governo federal, em 2013, e à aprovação de uma medida provisória com incentivos fiscais a montadoras, em 2015.

Na decisão, Vallisney Oliveira também define que as audiências de instrução e julgamento começam em 22 de junho. A lista de testemunhas apresentada pelos advogados de Lula e do filho, com 80 nomes, terá de ser reduzida para 32 em um prazo de cinco dias.

Os empresários Mauro Marcondes e Cristina Mautoni também são réus no mesmo processo.

Na decisão desta segunda, Mauro Marcondes e Cristina Mautoni são absolvidos das acusações de evasão de divisas. Segundo Vallisney Oliveira, os advogados conseguiram demonstrar que os envios de dinheiro dos empresários a contas no exterior foram inferiores a US$ 100 mil. Neste caso, segundo a decisão, o crime não pode ser tipificado.

Apesar disso, Machado e Cristina seguem como réus pelos crimes de tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O ex-presidente Lula responde pelos mesmos três crimes n a ação. O filho, Luís Cláudio, é citado por lavagem de dinheiro e organização criminosa, mas não por tráfico de influência.

A denúncia

A denúncia relacionada à Operação Zelotes foi apresentada em dezembro. Segundo o MPF, os crimes foram praticados entre 2013 e 2015 quando Lula, como ex-presidente, teria participado de um esquema para beneficiar empresas junto ao governo Dilma Rousseff.

Segundo o MP, durante as investigações não foram encontrados indícios de que Dilma tivesse conhecimento do suposto esquema.

Em troca, diz a denúncia, os empresários Mauro Marcondes e Cristina Mautoni teriam repassado cerca de R$ 2,5 milhões a Luis Cláudio Lula da Silva. Segundo relatório da Polícia Federal, não houve prestação de serviço pela empresa do filho de Lula. A PF diz também que o material produzido pela empresa era cópia de material disponível na internet.

Na documentação enviada ao juiz, o Ministério Público Federal descreve como teria sido a atuação de cada um dos quatro investigados no esquema. Segundo a denúncia, o empresário e lobista Mauro Marcondes "comandou" a organização criminosa, fazendo a ligação entre as empresas beneficiadas e a família de Lula.

Já a mulher e sócia de Marcondes, Cristina Mautoni, teria participado "ativamente" das contratações e do "fluxo de informações" com as empresas e com Luís Cláudio Lula da Silva.

De acordo com a denúncia, ao ex-presidente Lula coube "fazer os encontros com fortes indícios de que deu aval" para Mauro Marcondes e Cristina Mautoni propagarem, "para fins contratuais milionários", o apoio e prestígio que tinha junto ao governo federal e à Presidência da República.

A denúncia afirma que a Luís Cláudio coube fornecer dados de uma das suas empresas a fim de receber o dinheiro a título de apoio do ex-presidente, mediante um contrato de fachada.

 

Fonte: G-1

Aécio: o afastamento de Aécio da função parlamentar foi determinado na quinta-feira, 18, pelo relator da Lava Jato no Supremo, ministro Edson Fachin (Valter Caampanato/Agência Brasil/Agência Brasil)

A defesa do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) vai entrar com um recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) para que ele possa retomar o mandato parlamentar.

No entendimento dos advogados do tucano, Alberto Toron e Eduardo Alckmin, não há respaldo constitucional para que Aécio permaneça afastado do cargo de senador da República.

“Vamos entrar com um agravo regimental questionando a aplicação das medidas cautelares contra o senador, sobretudo aquelas que o afasta das atividades legislativas. O ponto fundamental é que o afastamento imposto ao senador não encontra qualquer respaldo na Constituição”, afirmou Toron.

O advogado argumenta ainda que o caso de Aécio é diferente dos demais parlamentares que foram afastados do cargo pela Operação Lava Jato, como o senador cassado Delcídio Amaral (ex-PT-MS) e o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

“O Delcídio foi preso em flagrante. Já o afastamento de Cunha aconteceu porque ele estava se valendo da condição de presidente da Câmara para impedir o avanço do processo contra ele no Conselho de Ética”, disse.

O afastamento de Aécio da função parlamentar foi determinado na quinta-feira, 18, pelo relator da Lava Jato no Supremo, ministro Edson Fachin.

O magistrado também impôs duas outras medidas cautelares ao tucano: a proibição de contatar qualquer outro investigado ou réu no conjunto de fatos revelados na delação da JBS; e a proibição de se ausentar do País, devendo entregar o passaporte.

Fachin, no entanto, negou o pedido da Procuradoria-Geral da República para que o tucano fosse preso. Por estar apenas afastado, Aécio mantém a prerrogativa do foro privilegiado, isto é, de ser julgado pelo STF.

Fonte: Exame

O Ministério Público Federal (MPF) do Distrito Federal divulgou uma nota de esclarecimento sobre a negociação do acordo de leniência entre o Grupo J&F e a Justiça. Segundo a nota, o acordo ainda não foi fechado e a negociação está travada por conta dos valores a serem pagos pela empresa. Por conta da divergência sobre os valores, o MPF informou aos negociadores do Grupo J&F que a empresa tem até às 23:59:59 desta sexta-feira (19) para responder se aceitará o valor sugerido pelo MPF. Se isso não acontecer, o MPF diz que considerará expirada a proposta.

"Os procuradores que representam o MPF na negociação defendem o pagamento de R$ 11,169 bilhões, a serem pagos no prazo de dez anos. O valor é equivalente a 5,8% do faturamento obtido pelo grupo econômico em 2016. Já os representantes da J&F propuseram pagar R$ 1 bilhão, o que equivale a 0,51% do faturamento registrado no período", explica o MPF.

As conversas para formulação de acordo, segundo o MPF, começaram no fim do mês de fevereiro e aconteceram de forma paralela às negociações para a colaboração premiada - procedimento já homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A colaboração premiada é assinada pelos diretores e pessoas físicas ligadas à empresa que teriam praticado crimes.

Por sua vez, o acordo de leniência é o caminho para a empresa assumir os crimes de sua pessoa jurídica e ficar imune às punições relacionadas às atividades ilícitas. "Nos últimos dois dias, as reuniões com vistas à leniência se intensificaram. Entretanto, surgiu um impasse em relação ao valor da multa a ser paga pela empresa", completa o MPF.

Fonte: AGNCIA ESTADO

Em pronunciamento oficial, o presidente Michel Temer (PMDB) afirmou na tarde desta quinta-feira que não vai renunciar ao cargo em razão da delação premiada de executivos da JBS, que veio à tona na noite de ontem e foi homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). “Não renunciarei. Repito, não renunciarei! Sei o que fiz e sei da correção dos meus atos. Exijo investigação plena e muito rápida, para os esclarecimentos ao povo brasileiro”, disse Temer, procurando demonstrar firmeza e segurança num momento em que crescem as especulações de que ele vai entregar o posto. 

A informação de que o empresário Joesley Batista gravou o presidente dando aval para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PDMB-RJ), preso e condenado na Operação Lava Jato, mergulhou o Planalto numa crise sem precedentes — a revelação foi feita pelo jornal O Globo. Os partidos da base aliada ameaçam desembarcar do governo, incluindo o PSDB. Os trabalhos no Congresso estão paralisados e parlamentares da oposição já entraram com dois pedidos de impeachment contra o peemedebista.

Em discurso que durou cerca de cinco minutos, o presidente admitiu que se encontrou com o empresário da JBS no Palácio do Jaburu, mas negou que tivesse tratado com ele sobre pagamentos para calar Cunha. “Ouvi realmente o relato de um empresário  [Joesley] que, por ter relações com o ex-deputado [Cunha], auxiliava a família do ex-parlamentar. Não solicitei que isso acontecesse e somente tive conhecimento nessa conversa pedida pelo empresário”, disse o peemedebista, classificando o áudio como ilegal. “A revelação de conversa gravada clandestinamente trouxe de volta o fantasma de crise política de proporção ainda não dimensionada”, completou.

O presidente também ressaltou que as revelações da JBS interrompem a retomada do crescimento econômico do país, jogando “tanto trabalho no lixo da história”, e que a sua biografia é ilibada. “Por uma razão singelíssima, não temo nenhuma delação. Não preciso de cargo público nem de foro especial. Nada tenho a esconder. Sempre honrei meu nome. A investigação pedida pelo STF será território onde surgirão todas as informações e no Supremo demonstrarei não ter nenhum envolvimento com esses fatos”, afirmou o presidente.

Leia o pronunciamento na íntegra:

“Olha, ao cumprimentá-los, eu quero fazer uma declaração à imprensa brasileira e uma declaração ao país. E, desde logo, ressalto que só falo agora – os fatos se deram ontem – porque eu tentei conhecer, primeiramente, o conteúdo de gravações que me citam. Solicitei, aliás, oficialmente, ao Supremo Tribunal Federal, acesso a esses documentos. Mas até o presente momento não o consegui.

Quero deixar muito claro, dizendo que o meu governo viveu, nesta semana, seu melhor e seu pior momento. Os indicadores de queda da inflação, os números de retorno ao crescimento da economia e os dados de geração de empregos, criaram esperança de dias melhores. O otimismo retornava e as reformas avançavam, no Congresso Nacional. Ontem, contudo, a revelação de conversa gravada clandestinamente trouxe volta o fantasma de crise política de proporção ainda não dimensionada.

Portanto, todo um imenso esforço de retirar o país de sua maior recessão pode se tornar inútil. E nós não podemos jogar no lixo da história tanto trabalho feito em prol do país. Houve, realmente, o relato de um empresário que, por ter relações com um ex-deputado, auxiliava a família do ex-parlamentar. Não solicitei que isso acontecesse. E somente tive conhecimento desse fato nessa conversa pedida pelo empresário.

Repito e ressalto: em nenhum momento autorizei que pagassem a quem quer que seja para ficar calado. Não comprei o silêncio de ninguém. Por uma razão singelíssima: exata e precisamente porque não temo nenhuma delação, não preciso de cargo público nem de foro especial. Nada tenho a esconder, sempre honrei meu nome, na universidade, na vida pública, na vida profissional, nos meus escritos, nos meus trabalhos. E nunca autorizei, por isso mesmo, que utilizassem o meu nome indevidamente.

E por isso quero registrar enfaticamente: a investigação pedida pelo Supremo Tribunal Federal será território, onde surgirão todas as explicações. E no Supremo, demonstrarei não ter nenhum envolvimento com esses fatos.

Não renunciarei. Repito, não renunciarei! Sei o que fiz e sei da correção dos meus atos. Exijo investigação plena e muito rápida, para os esclarecimentos ao povo brasileiro. Esta situação de dubiedade ou de dúvida não pode persistir por muito tempo. Se foram rápidas nas gravações clandestinas, não podem tardar nas investigações e na solução a estas investigações.

Tanto esforço e dificuldades superadas, meu único compromisso, meus senhores e minhas senhoras, é com o Brasil. E é só este compromisso que me guiará.

Muito obrigado. Muito boa tarde a todos.¨

Fonte: Veja

A Polícia Militar do Estado do Paraná desembolsou R$ 110 mil para montar o esquema especial de segurança nas ruas de Curitiba durante a passagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela cidade. O petista foi até a capital paranaense na última quarta-feira (10) para prestar depoimento ao juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato em primeira instância.

A informação referente aos gastos consta em um e-mail do comando da Polícia Militar do Estado do Paraná encaminhado pela Secretária de Segurança Pública ao deputado Tadeu Veneri (PT) após solicitação da ALEP (Assembleia Legislativa do Paraná).

Na ocasião, foi mobilizado um efetivo de 1.700 policiais para atuar na operação entre os dias 6 e 10 de maio. O número é quase duas vezes maior do que o destinado para o acompanhamento dos clássicos entre Atlético-PR e Coritiba, quando cerca de 600 homens vão para as ruas para evitar confronto entre as torcidas rivais.

A Polícia Militar do Estado apresenta ainda que R$ 40 mil do valor total foi gasto com patrulhamento aéreo para controlar as áreas de apoio às equipes terrestres do comando. Em toda a operação, foram registradas 16 horas de voo com o custo de R$ 2.500 por hora.

O documento aponta ainda que houve uma cooperação da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Exército Brasileiro ao longo da “Operação de Apoio à Justiça Federal”.

Fonte: REUTERS/Rodolfo Buhrer

Um ataque virtual de proporções globais atingiu hoje uma série de empresas e instituições no mundo todo, incluindo 16 hospitais públicos do Reino Unido, a empresa de telecomunicações Telefónica e o banco Santander, na Espanha. E embora o ataque e suas consequências tenham sido imensas, existe a possibilidade de que ele pudesse ter sido evitado.

De acordo com uma análise feita pela Kaspersky, mais de 45 mil computadores já haviam sido infectados até a tarde desta sexta-feira. Embora os ataques mais notórios tenham acontecido na Europa Ocidental, o país com maior número de PCs vitimados foi, de longe, a Rússia. O Brasil, no entanto, também teve diversos casos, e aparece na 13ª posição da lista da Kaspersky:

 

O WannaCry

Segundo a Kaspersky, o malware (chamado de "WannaCry") é um ransomware - um arquivo nocivo que criptografa todos os dados contidos no computador invadido e só descriptografa-os após receber um pagamento em bitcoin. No caso dos PCs afetados por esse ataque, o valor inicial era de US$ 300, mas a ferramenta ameaçava aumentar o valor caso o pagamento não fosse feito em até duas horas.

O "WannaCry" é o nome da família de malwares que explora essa falha. Segundo a empresa de segurança, ele foi feito para atacar usuários de diversos países diferentes. Prova disso é o fato de que seu "manual" (o texto que indica à vítima o que fazer para recuperar seus dados) pode ser facilmente traduzido para diversas línguas, como mostra a imagem abaixo:

Uma vez iniciado, o malware imediatamente inicia outros processos que mudam as permissões de arquivos e se comunicam com outros servidores por meio da rede Tor. Uma análise das carteiras de bitcoin usadas para receber pagamentos para descriptografar os arquivos das vítimas revela que os hackers ganharam cerca de 1,3 bitcoins (R$ 7,8 mil) apenas nas últimas horas. 

 

Tragédia anunciada

A Kaspersky relata que o ataque é possível graças a uma falha de segurança do Windows conhecida como "EternalBlue".  A Microsoft publicou no dia 14 de março uma atualização que conserta essa falha, mas muitos computadores ainda não tinham a atualização, o que ajuda a explicar o sucesso do ataque. 

Essa mesma falha estava presente num vazamento de dados da NSA (agência de segurança digital dos EUA) feito em abril pelo grupo de hackers conhecido como Shadow Brokers. A presença da falha no pacote vazado pelos hackers sugere que o governo dos EUA já sabia da existência do problema, mas não o divulgou com a intenção de usá-lo como arma num eventual ataque cibernético. Os Shadow Brokers já haviam vazado dados da NSA em outras ocasiões.

São, portanto, dois pontos nos quais o incidente poderia ter sido evitado. Primeiramente, se a NSA tivesse divulgado as falhas no momento em que as descobriu, os usuários do Windows poderiam ter se protegido de ataques como esse desde muito antes. Segundo, há a questão de que muitos usuários demoram para receber ou instalar as atualizações do sistema operacional, o que torna suas máquinas vulneráveis.

 

Empresas afetadas

No Brasil, diversas empresas - incluindo a Vivo - foram afetadas pelo ataque. De acordo com leitores do Olhar Digital, empresas prestadoras de serviço para gigantes das telecomunicações como Nextel e Net também caíram no golpe. Alguns usuários relatam que antes da mensagem aparecer, seus computadores ficaram se reiniciando diversas vezes.

Alguns serviços públicos, como o INSS, também foram afetados. Os sistemas do Ministério Público e do Tribunal de Justiça de São Paulo também saíram do ar no dia de hoje. Ao menos dez máquinas do TJ-SP em São José do Rio Preto foram afetadas.

A empresa de segurança digital recomenda que todos os computadores de empresas estejam atualizados com o patch de segurança oficial da Microsoft (que pode ser baixado por meio deste link) e tenham soluções de proteção instalada. Mesmo assim, a empresa ainda recomenda que todos os PCs vulneráveis sejam escaneados novamente.

Fonte: OLHAR DIGITAL

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prestou depoimento ao juiz Sergio Moro por cinco horas em um processo no qual é réu sob a acusação de ter recebido 3,7 milhões de reais de propinas oriundas da Petrobras. Neste período, o magistrado interrogou o petista por três horas e 20 minutos – o restante do tempo foi ocupado por advogados e procuradores do Ministério Público Federal

Lula é acusado pelo MPF de ter se beneficiado com propinas da construtora OAS desviadas de três contratos da empreiteira com a Petrobras. O dinheiro teria sido destinado à aquisição e reforma de um apartamento tríplex no Guarujá e aos custos de armazenamento do acervo presidencial do petista.

O petista teve o apoio de milhares de manifestantes que foram a Curitiba – não há uma estimativa oficial – e o ovacionaram na chegada para o depoimento no prédio da Justiça Federal, que estava isolado e com um rigoroso esquema de segurança.

Fonte: Veja

Lula e Moro, cara a cara. O político brasileiro mais importante da história recente e o juiz que encarna a cruzada anticorrupção se verão pela primeira vez na quarta-feira, em um duelo chave para o futuro imediato do país.

Em Curitiba, capital da "Operação Lava Jato", o juiz de primeira instância Sérgio Moro interrogará o ex-presidente de esquerda Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) para determinar se ele recebeu um luxuoso apartamento da construtora OAS, envolvida no esquema de propinas da Petrobras, como retribuição por favores ilegais. 


O comparecimento será cercado por fortes medidas de segurança, já que tanto partidários quanto adversários de Lula deverão tomar as ruas da cidade.

 

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O Ministério Público Federal (MPF) acusa Lula de ter recebido 3,7 milhões de reais da OAS, incluindo um triplex no Guarujá, e o custeio do armazenamento de seus bens pessoais e de seu acervo presidencial entre 2011 e 2016. A sentença será lida entre 45 e 60 dias depois, estimaram na famosa 13ª Vara Federal, onde Moro atua.

Se for condenado, e se a decisão for ratificada em segunda instância, Lula não poderá se candidatar às eleições presidenciais de 2018, para as quais lidera com folga as preferências de voto, segundo todas as pesquisas, apesar de também figurar entre os políticos com o maior índice de rejeição.

O ex-presidente, cofundador do Partido dos Trabalhadores (PT), nega as acusações e denuncia uma perseguição judicial comandada pelo juiz federal. "Tô preocupado que o Moro deve estar vendo meu discurso, porque não tá me julgando por corrupção, mas pelo jeito de governar este país", disse há dez dias no Rio Grande do Sul, em um ato com tons de campanha.

 


Um duelo com história


O caso é apenas uma das cinco ações penais que enfrenta o ex-presidente, a maioria delas por corrupção, algumas durante seus anos no Palácio do Planalto. 

Para Sylvio Costa, diretor do portal político Congresso em Foco, não há dúvidas sobre o desenlace: "Lula será condenado. Moro vai condená-lo, todos os indícios vão neste sentido. O juiz Sérgio Moro já o condenou e em algum momento vai formalizar isso em uma sentença". Mas "isso será suficiente para impedir a candidatura?", se perguntou.

O confronto entre o jovem juiz de 44 anos e o veterano político de 71 explodiu em março de 2016, quando a Polícia Federal bateu na porta da casa de Lula durante a madrugada. As ruas próximas haviam sido bloqueadas por uma grande operação, com agentes em uniformes camuflados, veículos e armas longas.

Lula foi levado para depor coercitivamente e no mesmo mês o STF bloqueou sua nomeação como Ministro da Casa Civil de Dilma Rousseff (2011-2016). A causa? A divulgação de uma conversa entre ambos, que sugeria que sua designação buscava dar a ele foro para protegê-lo da justiça comum. As duas ordens saíram da 13ª Vara de Moro.

Cidade sitiada


Quando se encontrarem na quarta-feira, a capital do Paraná estará sitiada pelas forças de segurança. Espera-se que milhares de manifestantes retratem nas ruas da cidade a polarização da sociedade, aumentada desde que no ano passado o Congresso destituiu Dilma para empossar o conservador Michel Temer, seu ex-companheiro de chapa presidencial.

Sindicatos, movimentos sociais e o Partido dos Trabalhadores (PT, esquerda), fundado por Lula, esperam reunir 30.000 ativistas e as autoridades informaram que haviam recebido muitos pedidos de manifestantes antagônicos ao ex-presidente. 

Temendo confrontos, Moro pediu no sábado aos seus simpatizantes que não tomem as ruas. "Não quero que ninguém se machuque em um eventual conflito ou discussão nesta data. Por isso, a minha sugestão é que não venham, não precisa. Deixem a justiça fazer seu trabalho", afirmou o juiz em um vídeo caseiro divulgado nas redes sociais.

O prédio da Justiça Federal será cercado, a cidade reforçará seus controles de ônibus e ninguém poderá se aproximar do local, nem do pequeno santuário erguido em frente em apoio à "Lava-jato".

 

"A ideia é que não haja contato entre os dois grupos", disse Wagner Mesquita, secretário de Segurança Pública de Curitiba.


Guerra psicológica

 

A guerra psicológica prévia incluiu um pedido de Lula para que a sessão seja transmitida ao vivo pela televisão para evitar que os frequentes vazamentos à imprensa sejam escolhidos para prejudicá-lo.

Mas ao meio-dia, Moro proibiu aos advogados do ex-presidente sequer gravar o interrogatório, argumentando que as imagens podiam ser usadas "com fins político-partidários".

"Não se ignora que o acusado e sua defesa pretendem transformar um ato normal do processo penal (...) em um evento político-partidário, tendo, por exemplo, convocado militantes para manifestações em apoio ao ex-presidente na data referida nesta cidade, como se fosse acontecer algo além do interrogatório", escreveu.

Pouco depois, o escritório que representa Lula apresentou um habeas corpus para suspender o processo, argumentando que tinham sido agregados ao caso documentos da Petrobras. A defesa pede mais tempo para analisar as quase cem mil páginas recebidas.

Além dos embates da guerra psicológica, para o deputado do PT Paulo Pimenta (RS), o encontro será uma oportunidade de ouro para o líder do partido.Faz três anos que o presidente tem sido investigado, que a vida tem sido vasculhada, dos familiares e pela primeira vez ele vai ter a oportunidade de falar e ser ouvido (...) Está motivado", disse à AFP.

Fonte: Lem News

O ex-ministro José Dirceu passou boa parte de sua primeira noite livre em Curitiba, pediu pizza e comeu pinhão. Depois que o petista saiu do prédio da Justiça Federal do Paraná, onde pôs tornozeleira na quarta-feira (3), ele se dirigiu para um condomínio de luxo na região do Parque Tingui, também na capital. Estava acompanhado de seu advogado, Roberto Podval.

Dirceu se reuniu com advogados e lideranças do PT no Paraná, como o ex-deputado petista Angelo Vanhoni.Vanhoni contou que Dirceu estava animado. O ex-ministro ficou cerca de duas horas nesta casa, de um amigo de Podval, antes de iniciar a viagem de carro até Brasília, na própria quarta-feira. Dirceu passaria a noite em sua casa em Vinhedo, no interior de São Paulo.

"Ele está bem de saúde e contente porque o habeas corpus saiu", disse Vanhoni, contando que o grupo na casa era de seis pessoas: "Eu era o único político. Os demais eram advogados amigos do Zé."

Além de pizza, o grupo comeu pinhão. Havia também uísque para celebrar a soltura do ex-ministro, preso desde agosto de 2015 na Operação Lava-Jato.

"Ele falou que iria ver as filhas e estava com muita saudade", comentou o deputado, que não via o ex-ministro desde o primeiro semestre do ano passado, quando o visitou na prisão em Curitiba.

Dirceu decidiu morar em Brasília para ficar junto da filha mais nova, Maria Antonia, de 6 anos, e da mulher, Simone.

"O Zé está muito bem fisicamente, com espírito forte, olhar vivo. Bem melhor do que quando o visitei", disse Vanhoni.

Dirceu não precisará entregar seu passaporte às autoridades, porque o documento já está em posse da Justiça desde o mensalão.

Fonte: Notcias e Negcios

O empresário Eike Batista foi solto na manhã deste domingo do Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na zona oeste do Rio.

Eike batista estava preso preventivamente desde o dia 30 de janeiro e vai cumprir prisão domiciliar.

Na sexta-feira, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes mandou soltar o empresário. O ministro considerou que teria havido constrangimento ilegal na prisão.

De acordo com a decisão, os fatos atribuídos ao empresário teriam ocorrido entre 2010 e 2011, distantes da data em que foi decretada a prisão preventiva.

No sábado, em cumprimento à decisão de Gilmar Mendes, a Justiça Federal determinou que Eike Batista deixasse a prisão. O empresário vai ficar preso em casa, mas foram impostas nove medidas cautelares.

Entre elas, Eike deve cumprir recolhimento domiciliar integral, poderá receber visitas da Polícia Federal sem aviso prévio e a defesa deverá manter registro de todas as pessoas que entrarem no imóvel.

Também foi determinado o levantamento permanente dos sigilo telefônico do empresário.

Eike batista foi preso na Operação eficiência, um desdobramento da Lava Jato.

O empresário é réu na Justiça Federal do Rio por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Segundo as investigações, EIke teria repassado mais de  US$16 milhões em propina ao então governador do Rio, Sérgio Cabral, em troca de beneficios para as empresas do grupo "X". 

O empresário também é acusado de pagar propina no valor de R$ 1 milhão ao ex-governador por meio de contrato fraudulento com o escritório de advocacia da mulher de cabral, Adriana Ancelmo.

Fonte: CBC

O número de desempregados no país atingiu 14,2 milhões de pessoas no trimestre encerrado em março, um novo recorde, segundo divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira.  O número é 1,8 milhão maior que o verificado no trimestre anterior e 3,1 milhões superior ao registrado no mesmo trimestre de 2016. O total de desempregados é o maior desde o início da série histórica desse indicador, em 2012.

 

O IBGE considera como desempregado as pessoas que buscam, mas não conseguem, ocupação formal. Essa taxa de desocupação foi estimada em 13,7%, e representa a porcentagem da população em condições de trabalhar que não conseguiu emprego. Esse índice também bateu recorde nos três meses encerrados em março deste ano, e era de 12% no trimestre encerrado em dezembro, e de 10,9% entre janeiro e março de 2016.

Fonte: Veja

O juiz Sergio Moro decidiu adiar o depoimento do ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva que estava marcado para o dia 3 de maio em Curitiba (PR). A mudança, conforme reportagem publicada na tarde desta segunda-feira (24) pelo site "Folha de S. Paulo", foi a pedido da Polícia Federal (PF).

A PF argumentou que precisaria de mais tempo para organizar a segurança no local e que o feriado do dia do Trabalho, 1º de maio, dificultaria ainda mais a operação. O depoimento ficaria, então, para o dia 10 de maio.

O PT e movimentos alinhados à legenda já preparavam forte mobilização para apoiar o ex-presidente, com caravanas partindo de diversas partes do país. Ainda de acordo com a Folha, o processo em que Lula será ouvido é relacionado ao episódio do tríplex em Guarujá, litoral de São Paulo, em que o ex-presidente é acusado de ter recebido vantagens indevidas da empreiteira OAS.

A defesa de Léo Pinheiro, sócio da empreiteira, entregou à Justiça Federal do Paraná documentos para tentar comprovar as afirmações de que o ex-presidente foi beneficiado pela reforma do apartamento. Em depoimento na última semana, Moro, o empreiteiro disse que o apartamento era de Lula.

Fonte: Folha de So Paulo

A Odebrecht foi sentenciada nesta segunda-feira por um juiz americano a pagar 2,6 bilhões de dólares (cerca de 8 bilhões de reais) a Brasil, Suíça e EUA, após ter admitido manter um esquema de propinas ao longo de 15 anos em mais de uma dezena de países que, segundo promotores americanos, levou a pagamentos irregulares de 3,34 bilhões de dólares (10,3 bilhões de reais).

A maior parte da multa da Odebrecht, 2,4 bilhões de dólares (7,42 bilhões de reais), irá para o Brasil. A Suíça receberá 116 milhões de dólares (360,1 milhões de reais) e os EUA ficarão com 93 milhões de dólares (288,7 milhões de reais), segundo a sentença proferida pelo magistrado Raymond J. Dearie. A companhia também terá de manter um monitor de compliance.

O acordo havia estipulado que as autoridades brasileiras ficariam com 80% da multa, restando à Suíça e aos EUA 10% cada. Inicialmente, os EUA receberiam 117 milhões de dólares (362,5 milhões de dólares), mas a decisão judicial disse, baseando-se na análise da capacidade de pagamento da companhia, que a Odebrecht “tem a capacidade de pagar, e irá pagar” 93 milhões de dólares (288,7 milhões) aos EUA antes de 30 de junho de 2017.

A Odebrecht enfrentava o risco de uma multa de US$ 4,5 bilhões de dólares (13,4 bilhões de reais), mas a companhia alegou que não poderia pagar mais de 2,6 bilhões de dólares (8 bilhões de dólares). Os EUA e o Brasil realizaram uma análise sobre sua capacidade de pagamento que, segundo memorando de 11 de abril, concluiu que a alegação da construtora era correta: ela não poderia arcar com mais de 2,6 bilhões de dólares (8 bilhões de reais).

Antes desse, o maior acordo anticorrupção já fechado havia sido com o conglomerado alemão Siemens, que em 2008 chegou a um acordo para pagar 1,6 bilhão de dólares (4,9 bilhões de reais).

A Odebrecht, segundo os documentos judiciais, criou uma divisão interna que “na prática funcionava como um departamento de propina”. A chamada “Divisão de Operações Estruturadas” usava um sistema de comunicações fora dos registros que permitia aos empregados da construtora se comunicarem entre si e com operadores financeiros de fora, além de outras pessoas envolvidas, por meio de e-mails seguros e mensagens instantâneas com o uso de códigos e senhas, de acordo com a documentação.

A companhia buscou e utilizou bancos menores em países com regras de sigilo rígidas para levar adiante o esquema, pagando taxas extras, uma juros mais altos e uma porcentagem de cada transação ilícita para certos executivos para garantir sua cooperação, segundo os documentos. Em um caso em Antígua, a Odebrecht comprou o braço local de um banco, o que permitiu que membros do esquema, entre eles políticos de diversos países, abrissem contas e recebessem transferências sem chamar a atenção.

Fonte: Veja

O Ministério da Saúde decidiu antecipar a campanha de vacinação contra agripe em 2017. Diferentemente do que ocorreu no ano passado, quando o maior número de registros foi do vírus H1N1, neste ano a maior circulação tem sido do tipo H3N2, de acordo com a presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBI), Isabella Ballalai. A médica diz que a antecipação do calendário é uma medida acertada, já que em 2016 os casos surgiram antes do esperado, o que provocou uma corrida pelas vacinas.

A campanha começará na próxima segunda-feira e vai se estender até 26 de maio. Nesse período, o Ministério da Saúde estima que 54,2 milhões de pessoas serão vacinadas em todo o país. Uma das metas é atingir 90% da população considerada de risco para complicações por gripe.

Ballalai explica que tanto o H1N1 como o H3N2 são tipos de influenza, portanto não existe um novo vírus em circulação no Brasil. Segundo ela, as variações são igualmente graves. “Não tem mais grave e nem menos grave. Por isso as vacinas são tri ou quadrivalentes, procurando proteger de três ou quatro tipos de influenza que circulam entre nós.”

De acordo com a SBI, no ano passado o H1N1 foi responsável por 90% dos casos registrados no Brasil, mas neste ano está restrito até agora a 2%. A presidente da entidade explica que o H3N2 é um vírus que já causou surtos no país em outros períodos e é o mais prevalente no hemisfério Norte. Ela explica que, apesar de a população popularmente buscar a vacina do H1N1, as doses sempre contêm os tipos H1N1, H3N2 e B.

Segundo a médica, a melhor época para a imunização é justamente o outono. “O ideal seria vacinar sempre em março e abril. A gente já tem casos graves, já tem óbitos e precisa vacinar.” Ela lembra que a vacina demora, pelo menos, de duas a três semanas para proteger quem for imunizado.

Fonte: Veja

O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira o fim do sigilo de todos os inquéritos abertos para apurar irregularidades contra políticos a partir de delações de executivos e ex-executivos da Odebrecht.

No total, as investigações envolvem nove ministros do governo Michel Temer (PMDB), 28 senadores – incluindo o presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE) – e 42 deputados federais – incluindo o presidente, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Os inquéritos foram pedidos pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e incluem governadores, ministros, senadores, deputados federais e outros políticos. A VEJA teve acesso aos pedidos de inquérito.

Confira abaixo os nomes dos políticos que serão investigados em inquéritos abertos pelo STF. A lista inclui ministros de Temer, senadores e deputados:

Aécio Neves, senador (PSDB-MG)
Antônio Anastasia, senador (PSDB-MG)
Alfredo Nascimento, deputado (PR-AM)
Milton Monti, deputado (PR-SP)
Aloysio Nunes, senador (PSDB-SP)
Arlindo Chinaglia, deputado (PT-SP)
Arthur Maia, deputado (PPS-BA)
Bruno Araújo, ministro das Cidades (PSDB-PE)
Carlos Zarattini, deputado (PT-SP)
Cândido Vaccarezza, deputado (ex-PT-SP)
Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda (PT)
Eduardo Braga, senador (PMDB-AM)
Omar Aziz, senador (PSD-AM)
Cacá Leão, deputado (PP-BA)
Cássio Cunha Lima, senador (PSDB-PB)
Celso Russomanno, deputado (PRB-SP)
Ciro Nogueira, senador (PP-PI)
Dalírio Beber, senador (PSDB-SC)
Napoleão Bernardes, prefeito de Blumenau (PSDB-SC)
Daniel Elias Carvalho Vilela, deputado (PMDB-GO)
Maguito Vilela, ex-governador de Goiás (PMDB)
Daniel Gomes de Almeida, deputado (PCdoB-BA)
Décio Nery de Lima, deputado (PT-SC)
Ana Paula Lima, deputada estadual (PT-SC)
Edison Lobão, senador (PMDB-MA)
Eliseu Padilha, ministro-chefe da Casa Civil (PMDB-RS)
Moreira Franco, secretário-geral da Presidência (PMDB-RJ)
Fábio Faria, deputado (PSD-RN)
Robinson Faria, governador do Rio Grande do Norte (PSD)
Rosalba Ciarlini, prefeita de Mossoró (PP-RN)
Fernando Collor de Mello, senador (PTC-AL)
Fernando Bezerra, senador (PSB-PE)
Gilberto Kassab, ministro das Comunicações (PSD-SP)
Heberte Lamarck Gomes da Silva (Betinho Gomes), deputado federal (PSDB-PE)
José Feliciano de Barros Júnior, advogado
José Ivaldo Gomes (Vado da Farmácia), ex-prefeito de Cabo do Santo Agostinho (PTB-PE)
Helder Barbalho, ministro da Integração Nacional (PMDB-PA)
Paulo Roberto Galvão da Rocha, senador (PT-PA)
Heráclito Fortes, deputado (PSB-PI)
Humberto Costa, senador (PT-PE)
Ivo Cassol, senador (PP-RO)
João Carlos Gonçalves Ribeiro, ex-secretário de Planejamento de Rondônia
João Carlos Paolilo Bacelar Filho, deputado (PR-BA)
Jorge Viana, senador (PT-AC)
Tião Viana, governador do Acre (PT)
José Carlos Aleluia, deputado (DEM-BA)
José Carlos Becker de Oliveira e Silva (Zeca Dirceu), deputado (PT-PR)
José Dirceu, ex-ministro-chefe da Casa Civil
José Orcírio Miranda dos Santos (Zeca do PT), deputado (PT-MS)
Blairo Maggi, ministro da Agricultura (PP)
José Reinaldo Carneiro Tavares, deputado (PSB-MA)
Ulisses César Martins de Sousa, ex-procurador-geral do Estado do Maranhão
Renan Calheiros, senador (PMDB-AL)
Renan Calheiros Filho, governador do Alagoas (PMDB)
Fernando Bezerra de Sousa Coelho, senador (PSB-PE)
Júlio Lopes, deputado (PP-RJ)
Jutahy Magalhães Júnior, deputado (PSDB-BA)
Kátia Abreu, senadora (PMDB-TO)
Moisés Pinto Gomes, marido da senadora Kátia Abreu
Lídice da Mata, senadora (PSB-PE)
Lindberg Farias, senador (PT-RJ)
Marco Maia, deputado (PT-RS)
Eliseu Padilha, ministro-chefe da Casa Civil (PMDB)
Humberto Kasper, ex-presidente da Trensurb
Marco Arildo Prates da Cunha, ex-presidente da Trensurb
Paulo Bernardo Silva, ex-ministro do Planejamento (PT)
Marcos Antônio Pereira, ministro da Indústria, Comércio e Serviços (PRB-ES)
Maria do Rosário Nunes, deputada (PT-RS)
Mário Negromonte Júnior, deputado (PP-BA)
Milton Monti, deputado (PR-SP)
Valdemar da Costa Neto, ex-deputado (PR-SP)
Nelson Pellegrino, deputado (PT-BA)
Ônix Lorenzoni , deputado (DEM-BA)
Paulo Henrique Ellery Lustosta da Costa, deputado (PP-CE)
Paulo Pereira da Silva, deputado (SD-SP)
Pedro Paulo Carvalho Teixeira, deputado (PMDB-RJ)
Eduardo Paes, ex-prefeito do Rio de Janeiro (PMDB)
Ricardo Ferraço, senador (PSDB-ES)
Rodrigo Maia, deputado (DEM-RJ)
César Maia, ex-prefeito do Rio de Janeiro (DEM)
Rodrigo Garcia, deputado (DEM-SP)
Romero Jucá Filho, senador (PMDB-RR)
Eunicio Oliveira, senador (PMDB-CE)
Lúcio Quadros Vieira Lima, deputado (PMDB-BA)
Rodrigo Maia, deputado (DEM-RJ)
Rodrigo Jucá, advogado e filho de Romero Jucá (PSD-RR)
Valdir Raupp, senador (PMDB-RO)
Vander Loubet, deputado (PT-MS)
Vanessa Grazziotin, senadora (PCdoB-AM)
Eron Bezerra, marido da senadora Vanessa Grazziotin
Vicente Cândido, deputado (PT-SP)
Vicente Paulo da Silva, deputado (PT-SP)
Vital do Rêgo Filho, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU)
Yeda Rorato Crusius, deputada (PSDB-RS)

 

Fora do STF

Dezenas de outros inquéritos foram enviados por Fachin a outros tribunais porque os envolvidos não têm direito a foro no Supremo Tribunal Federal, como os governadores de estado, que têm de ser julgados pelo Superior Tribunal de Justiça.

Nesta lista estão, entre outros, os governadores de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), e do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB).

Na lista também está o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), que precisam ser julgados na primeira instância, ou seja, pela Justiça Federal de São Paulo.

Confira a lista:

Abelardo Lupion, ex-deputado federal (DEM)
Adolfo Viana de Castro Neto, deputado estadual (PSDB-BA)
Adrian Mussi, suplente de deputado (PHS-RJ)
Agnelo Queiroz, ex-governador (PCdoB-DF)
Alcebíades Sabíno dos Santos
Aldemir Bendine, ex-presidente do Banco do Brasil e Petrobras
André Gustavo Vieira da Silva, publicitário
Alexandre Padilha, ex-ministro da Saúde (PT-SP)
Aloísio dos Santos Júnior
Aloizio Mercadante, ex-ministro (PT-SP)
Aluísio Teles Ferreira Filho, ex-diretor da Petrobras
Anderson Braga Dorneles, ex-assessor de Dilma
André de Souza
Andréia Légora, afilhada de Eduardo Cunha
Helil Cardozo (PMDB-RJ)
Anthony Garotinho, ex-governador do Rio (PR-RJ)
Antônio Carlos de Campos Machado, deputado estadual (PTB-SP)
Antônio Carlos Magalhães Neto, prefeito de Salvador (DEM-BA)
Antônio Duarte Nogueira Júnior, prefeito de Ribeirão Preto (PSDB-SP)
Antônio Egício Rufino de Carvalho, candidato a vereador de Uruguaina (PSDB-RS)
Antônio Palocci Filho, ex-ministro da Fazenda (PT-SP)
Arthur Virgílio, prefeito de Manaus (PSDB-AM)
Benjamin Steinbruch, empresário
Carlito Merss, ex-deputado federal (PT-SC)
Carlos Alberto Grana , ex-prefeito (PT-SP)
Beto Richa, governador do Paraná (PSDB-PR)
Carlos Busatto Júnior, prefeito de Itaguaí-RJ (PMDB-RJ)
Carlos Chagas
Carlinhos Almeida, ex-prefeito de São José dos Campos (PT-SP)
Carlos Roberto Casteglione Dias, ex-prefeito de Cachoeiro do Itapemirim (ES)
Carlos Lupi, ex-ministro do Trabalho (PDT-RJ)
Clécio Luís Vilhena Vieira, prefeito de Macapá (PSOL-AP)
Colbert Martins da Silva Filho, vice-prefeito de Feira de Santana-BA (PMDB)
Cristina Conceição Bredda Carrara, prefeita de Sumaré-SP (PSDB-SP)
Delcídio do Amaral, ex-senador, sem partido
Demerval da Fonseca
Demóstenes Torres, ex-deputado federal (DEM)
Diga Salomão
Dilma Rousseff, ex-presidente da República (PT)
Donisete Braga, ex-prefeito de Mauá (PT-SP)
Edinho Silva, prefeito de Araraquara (PT-SP)
Edson Aparecido dos Santos, ex-deputado federal (PSDB-SP)
Eduardo Celso de Araújo Marinho
Eduardo Cunha, ex-deputado federal (PMDB-RJ)
Eduardo Paes, ex-prefeito do Rio (PMDB-RJ)
Eliseu Daniel, ex-candidato a prefeito de Limeira (PSDB-SP)
Eronildes Teixeira de Queiroz
Estilac Martins Rodrigues Xavier, conselheiro do TCE-RS
Everaldo Dias Pereira (pastor Everaldo), ex-candidato a presidente (PSC-RJ)
Fábio Cleto, ex-diretor da Caixa
Felipe Montoro Jens
Fernando Antônio Falcão Soares, Fernando Baiano, operador do PMDB
Fernando Capez, deputado estadual (PSDB-SP)
Fernando Pimentel, governador de MG (PT-MG)
Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo (PT-SP)
Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente da República ( PSDB-SP)
Firmino da Silveira Soares Filho
Flávio Dino, governador do Maranhão PCdoB-MA)
Francisco Azambuja Barbará, suplente de vereador em Uruguaiana (PSDB-RS)
Francisco Chaves
Francisco de Assis Pereira de Campos, deputado estadual (PT-SP)
Waldir Pires, vereador de Salvador (PT-BA)
Frederico Cantoni Antunes
Geddel Vieira Lima, ex-ministro PMDB-BA)
Geraldo Alves Ferreira Júnior, vereador de Salvador (SD-BA)
Geraldo Alckmin, governador de São Paulo (PSDB-SP)
Geraldo Simões de Oliveira, ex-deputado federal (PT-BA)
Germano Rigotto, ex-governador do Rio Grande do Sul (PMDB)
Gleise Hoffmann, senadora (PT-PR)
Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda (PT-SP)
Gustavo Falcão Soares, irmão de Fernando Baiano
Hélio de Oliveira dos Santos, Dr. Hélio, ex-prefeito de Campinas ( PDT-SP)
Henrique Alves, ex-ministro do Turismo (PMDB-RN)
Henrique Santana Carballal, vereador de Salvador (PV-BA)
Hugo Napoleão, ex-senador (PSD-PI)
Humberto Costa, senador (PT-PE)
Ideli Salvatti, ex-senadora (PT-SC)
IIson Mauro da Silva Brum, ex-candidata a prefeito de Uruguaiana (PMDB-RS)
Inaldo Leitão, ex-deputado federal (PL-PB)
Iris Rezende, prefeito de Goiânia (PMDB-GO)
Jairo Jorge da Silva, ex-prefeito de Canoas (PDT-RS)
Jaison Cardoso Souza, ex-prefeito de Imbituba (PSDB-SC)
Jaques Wagner, ex-governador da Bahia (PT-BA)
Jean Jackson Kuhlmann, deputado estadual (PSDB-SC)
Jean Vieira de Lima
João Almeida dos Santos, ex-deputado federal (PSDB-BA)
João Santana, marqueteiro
João Leão, vice-governador da Bahia (PP)
João Paulo Cunha, ex-deputado federal (PT-SP)
João Paulo Rillo, deputado estadual (PT-SP)
Raimundo Colombo, governador de Santa Catarina (PSD)
João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT
Jonas Lopes de Carvalho, conselheiro do TCE-RJ
Gim Argello, ex-senador (PTB-DF)
Jorge Bittar, ex-deputado federal (PT-RJ)
Jorge Khoury, ex-deputado federal (DEM-BA)
Jorge Picciani, presidente da Assembleia Legislativa do Rio (PMDB-RJ)
José Aníbal, ex-senador (PMDB-SP)
José Antônio Barros Munhoz, ex-deputado estadual (PSDB)
José Eduardo Siqueira Campos, ex-senador (DEM-TO)
José Genoíno, ex-deputado federal (PT-SP)
José Marcelo do Nascimento Nilo, deputado estadual (PSL-BA)
Jose Maria Eymael,ex-deputado federal (PSDC-SP)
José Ricardo Franco Montoro, ex-deputado estadual (PSDB-SP)
José Roberto Arruda, ex-governador do DF (PR)
José Severiano Chaves, ex-deputado (PTB-PE)
Josefina Soares Bruggemann, vereadora (PP-RS)
Juçara Feitosa de Oliveira, suplente de senador (PT-BA)
Jussara Osório de Almeida, ex-vereadora (/Rede-RS)
Laurez da Rocha Moreira, prefeito (PSB-TO)
Lázaro Noé da Silva, candidato derrotado a prefeito (PPS)
Valtimir Ribeirão, candidato derrotado a prefeito (PMDB-SP)
Leur Antônio de Brito Lomanto Júnior, deputado estadual (PMDB-BA)
Luciano Santos Rezende, prefeito (PPS-ES)
Lúdio Frank Mendes Cabral, ex-vereador (PT-MT)
Luis Cláudio Lula da Silva, filho de Lula (SP)
Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente (PT-SP)
Luiz Augusto Fuhrmann Schneider, prefeito (PSDB-RS)
Luiz Eduardo Melin de Carvalho e Silva, ex-diretor do BNDES
Luiz Fernando Pezão, governador do Rio (PMDB)
Luiz Marinho, ex-prefeito de São Bernardo do Campo (PT)
Luiz Paulo Vellozo Lucas, ex-deputado federal (PSDB-ES)
Luiz Roberto de Albuquerque, depuado federal (PSB-RS)
Lusenrique Quintal, empresário (PSD)
Manuela d’Ávila, deputada federal (PCdoB-RS)
Marcelo Miranda, governador do Tocantins ( PMDB)
Marcelo de Lima Lélis, ex-deputado estadual (PV-TO)
Márcio Araújo de Lacerda, ex-prefeito (PSB-MG)
Marconi Perillo, governador de Goiás (PSDB)
Maria da Conceição Caldas Rabha, ex-prefeita (PT-BA)
Mário de Melo Kertesz, ex-prefeito (PMDB-BA)
Mário Negromonte, ex-ministro das Cidades (PP-BA)
Mariton Benedito de Holanda, ex-deputado federal (PT-RO)
Dermeval Fonseca Nevoeiro Junior, candidato derrotado a prefeito (DEM-SP)
Nilson Bonome, candidato derrotado a prefeito (PMDB-SP)
Osmar Dias, ex-senador (PDT-PR)
Oswaldo Baptista Duarte Filho, ex-prefeito de São Carlos-SP (PT)
Othon Luiz da Silva Pinheiro, ex-presidente da Eletronuclear
Palminio Altimari Filho, ex-prefeito (PMDB-SP)
Paulo Altomani, ex-prefeito de São Carlos-SP (PT)
Paulo Bernardo, ex-ministro (PT-PR)
Paulo César de Melo Sá, deputado estadual (PMDB-RJ)
Paulo Hartung, governador do Espírito Santo (PMDB)
Paulo Ferreira, ex-deputado federal (PT-SP)
Paulo Hadish, ex-prefeito (PSB-SP)
Paulo Magalhães Júnior, vereador (PV-BA)
Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras
Paulo Rubem Santiago Ferreira, ex-deputado federal (PSOL-PE)
Paulo Sérgio de Sá Bittencourt Câmara, vereador (PSDB-BA)
Paulo Skaf, presidente da Fiesp (PMDB)
Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula (PT)
Pedro Barusco, ex-gerente da Petrobras
Pedro Eurico de Barros e Silva, candidato derrotado a deputado federal (PSDB-PE)
Pedro Ramos de Miranda, assessor do ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB)
Raimundo Coimbra Júnior, ex-deputado federal (PMDB-TO)
Renata Anchão Braga, ex-prefeita (PSDB-SP)
Renato Casagrande, ex-governador do Espírito Santo (PSB-ES)
Ricardo Fortunato de Oliveira, ex-prefeito (PMDB-GO)
Riverton Mussi Ramos, ex-prefeito (PMDB-RJ)
Robério Bandeira de Negreiros Filho, deputado distrital (PMDB-DF)
Roberto Carlos de Souza, ex-prefeito (PSDB-SC)
Roberto Massafera, deputado estadual (PSDB-SP)
Rogerio Pascon, prefeito (PTB-SP)
Ronaldo Dimas, prefeito (PR-TO)
Ronnie Peterson Colpo Mello, prefeito (PP-RS)
Rosângela Garotinho, ex-governadora do Rio (PR-RJ)
Rosely Nassim Jorge Santos
Rubens Merguizo Filho, prefeito (PMDB-SP)
Rubens Moreira Mendes Filho, ex-deputado federal (PSD-RO)
Saldanha Leivas Cougo, candidato derrotado a deputado federal (PRB-SP)
Sandoval Lôbo Cardoso, ex-governador do Tocantins (SD)
Sandro Antonio Scodro, ex-deputado federal (PMDB-GO)
Sebastião Almeida, ex-prefeito de Guarulhos-SP (PDT)
Sérgio Cabral, ex-governador do Rio (PMDB)
Tiago Brandão Correia, vereador (PTN-BA)
Valmir Queiroz Mariano, ex-prefeito (PSD-PA)
Vanessa Damo, ex-deputada estadual (PMDB-SP)
Wayner Fajardo Gasparello, secretário municipal de Obras do Rio
Wilma Faria, vereadora (PT do B-RN)
Wilson Carlos Cordeiro, ex-secretário municipal de Governo do Rio

Fonte: Veja

Marcelo Odebrecht e outro executivo da empresa contaram que o senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, recebeu “vantagens indevidas” em troca de apoio a interesses da empreiteira, sobretudo no caso dos projetos das usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau. Segundo o colaborador Henrique Valladares, Aécio, identificado como “Mineirinho”, recebia mesadas que variavam de 1 milhão de reais a 2 milhões de reais.

Fonte: Veja

Quem nasceu em março, abril ou maio pode sacar o dinheiro da sua conta inativa do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) a partir deste sábado (8). Os trabalhadores têm até 31 de julho para resgatar seu dinheiro.

Entre os 7,7 milhões de brasileiros que têm direito ao saque neste sábado, 2,3 milhões receberão automaticamente o crédito em suas contas da Caixa. Esses trabalhadores têm conta poupança ou são clientes do banco e autorizaram a transferência para sua conta corrente pelo site.

Quem não é cliente da Caixa pode sacar seu dinheiro em agências do banco ou usando o Cartão Cidadão, também utilizado para resgatar o seguro-desemprego e outros benefícios sociais.

Quem não tem o Cartão Cidadão precisa sacar o dinheiro nas agências da Caixa. Neste sábado, as agências abrirão para atendimento exclusivo de contas inativas do FGTS das 9h às 15h. No site da Caixa, é possível consultar as agências que terão atendimento especial.

Nas próximas segunda (10), terça (11) e quarta-feira (12), todas as agências da Caixa vão funcionar duas horas a mais. As agências que abrem às 11h vão funcionar a partir das 9h. As que abrem às 10h, a partir das 8h, e as que abrem às 9h vão iniciar atendimento às 8h e fechar uma hora mais tarde.

Todos os clientes que estiverem na agência até o horário de encerramento do expediente serão atendidos no mesmo dia. A Caixa recomenda levar documento de identificação e carteira de trabalho ou outro documento que comprove a rescisão de contrato.

Nas agências, no sábado, quem sacar o dinheiro pode fazer um DOC de até 4.999,99 reais para outros bancos. O valor deve cair na conta na terça-feira. Durante a semana, é possível fazer um TED para transferir o dinheiro para outro banco. Nesse caso, o valor cai na conta no mesmo dia da operação.

Trabalhadores que estiverem doentes e tenham atestado de impossibilidade de locomoção podem realizar o saque por meio de uma procuração registrada no cartório.

Fonte: Exame

Cientistas brasileiros notaram um desequilíbrio na fauna da Mata Atlântica que pode criar uma situação de risco para seres humanos. Em artigo publicado no periódico Frontiers in Ecology and the Environment, eles apontam que o aumento na quantidade de javalis e javaporcos na região está gerando o crescimento da população de morcegos-vampiros. O animal é conhecido por transmitir doenças como a raiva.

No estudo, os pesquisadores revelam que a transmissão da raiva por morcegos para javalis é cinco vezes maior na Mata Atlântica do que no Pantanal. Segundo eles, isso significa uma situação de desequilíbrio no bioma do Sudeste do país

Javalis e javaporcos – estes últimos oriundos do cruzamento entre javalis e porcos domésticos – começaram a aparecer nas florestas brasileiras recentemente. Esta “invasão” repentina se deve à fuga de animais, geralmente importados, de criações comerciais ou à soltura por parte de criadores.

“Esses animais, vindos do sul do Brasil, principalmente do Rio Grande do Sul, avançaram em direção ao Sudeste”, conta um dos autores do estudo, Ivan Sazima, ao jornal da Unicamp. Para ele, se os órgãos responsáveis pelo meio ambiente não tomarem alguma providência, javaporcos e javalis se espalharão por todo o Brasil.

“Os javalis e javaporcos são um perigo real para a Mata Atlântica, e vão seguir seu caminho para o Norte e o Nordeste”, diz o cientista. Segundo ele, a situação é clássica: com o aumento na oferta de alimento (no caso, javalis e javaporcos), sempre há um crescimento no número de morcegos-vampiros.

Fonte: Exame

O Brasil é o lugar que apresenta a maior diversidade de árvores de todo o planeta, afirma um estudo inédito. De acordo com o levantamento, publicado no Journal of Sustainable Forestry, o país conta com 8.715 espécies de árvores, ou 14% das 60.065 contabilizadas em todo o mundo.

É a primeira vez que cientistas fazem um relatório completo de todas as espécies de árvore do planeta e sua distribuição por países. A análise, que levou dois anos para ficar pronta, foi realizada pelo Botanical Gardens Conservation International (BGCI, na sigla em inglês) com 375.000 registros fornecidos por sua rede internacional de 500 jardins botânicos em mais de cem países. De acordo com a instituição, informações sobre a variedade e distribuição das árvores são fundamentais para a identificação de espécies ameaçadas e para delinear planos de conservação.

“A principal razão para vencer o desafio de documentar a diversidade de árvores do mundo foi fornecer uma ferramenta para todos que se esforçam para conservar espécies raras e ameaçadas”, afirmou a instituição, em comunicado. Os novos dados, disponíveis no site do BGCI, são úteis para determinar quais espécies e locais precisam de ações prioritárias, segundo a instituição.

Plantas ameaçadas de extinção

De acordo com o relatório, Colômbia é o segundo país com a maior diversidade de espécies de árvores, com 5.776 e, em seguida, vem a Indonésia, com 5.142. Com exceção dos polos do planeta, onde não existem árvores, o lugar com o menor número de espécies é a região próxima ao Ártico, na América do Norte, com menos 1.400.

O levantamento apontou também que trezentas espécies contam com menos de cinquenta exemplares em florestas de todo o mundo e estão seriamente ameaçadas.

Cerca de 2.000 novas plantas são descritas todos os anos e a base de dados deve ser atualizada periodicamente com as novas espécies, segundo a BGCI.

Fonte: Veja

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quarta-feira a antecipação dos saques das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para nascidos nos meses de março, abril e maio para este sábado. Inicialmente, a segunda fase só teria início na segunda-feira, dia 10. O banco informou ainda que 2,3 milhões de trabalhadores receberão os valores automaticamente em suas contas. O anúncio foi feito por Gilberto Occhi, presidente da instituição.

Nesta segunda fase, 7,7 milhões de brasileiros têm direito ao saque. O valor total disponível ultrapassa 11,2 bilhões de reais e equivale a 26% do total que será liberado nas contas inativas do FGTS.

Neste sábado, mais de 2.000 agências estarão abertas em todo o país, entre 9h e 15h. Nos dias 10, 11 e 12 de abril as agências abrirão às 8h.

De acordo com a vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da Caixa, Deusdina Pereira, a estratégia de antecipar o atendimento dessa segunda fase levou em conta diversos fatores técnicos. “Quando divulgamos o calendário das contas inativas em fevereiro, já estávamos trabalhando para garantir essa abertura antecipada em abril. Isso só foi possível pelo empenho e dedicação de toda equipe da CAIXA.”

Entre os dias 10 e 31 de março, a Caixa registrou o pagamento de mais de 5,9 bilhões de reais relativos às contas inativas do FGTS. O número de trabalhadores nascidos em janeiro e fevereiro que já sacaram alcançou 3,7 milhões de pessoas.

O valor equivale a 85% do total inicialmente previsto (6,96 bilhões de reais) e aproximadamente 77% dos trabalhadores (4,8 milhões), nascidos em janeiro e fevereiro, beneficiados pela MP 763.

Fonte: Veja
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