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Bahia

Policiais militares prenderam em flagrante, nesta quinta-feira (22), em um condomínio de Barra do Jacuípe, localidade de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, cinco integrantes de uma quadrilha especializada em assalto a agências bancárias na Bahia. Com o bando, PMs da 59ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM/Vila de Abrantes) apreenderam um fuzil e um rifle, além de notebooks e munições. 

Os policiais receberam uma denúncia de que um grupo comercializava drogas em uma residência no condomínio Bosque das Árvores. Ao chegar no local, os militares, segundo nota da Corporação, foram recebidos a tiros, mas conseguiram conter a ação dos cinco acusados, que foram presos e conduzidos para Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), na sede do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na Pituba.

Com os detidos foram encontrados um fuzil calibre 556, um rifle calibre 556, dois carregadores de fuzil, dois notebooks, três aparelhos celulares, além de munições, dois veículos e certa quantia em dinheiro.

Dos cinco detidos pela PM, dois foram escoltados na manhã desta sexta-feira (23) por cerca de dez policiais civis para uma viatura do DHPP. O delegado Marcelo Calmon apenas informou que as prisões foram feitas em flagrante e que não podia fornecer mais detalhes sobre os presos. O CORREIO tentou contato com o coordenador do Draco, Marcelo Sansão, mas não obteve sucesso.

Ataques a bancos
Salvador registrou esta semana três ataques a agências bancárias - nos bairros da LiberdadeSussuarana e na Avenida ACM. Ontem, um adolescente de 16 anos foi apreendido por suspeita de envolvimento no furto de aparelhos eletrônicos da agência do Santander na Avenida ACM. Já os ataques à agência do Bradesco, na Estrada da Liberdade, e da Avenida Ulisses Guimarães, próximo ao CAB, são investigados se foram praticados pelo mesmo grupo - pelo menos 10 homens colocaram explosivos na madrugada desta segunda-feira (19) na agência do Bradesco no bairro da Liberdade.

Fonte: 24 HORAS

Uma jovem de 20 anos, suspeita de integrar uma facção criminosa de tráfico de drogas, foi morta, na noite de quinta-feira (22), após ter sido solta por pagar fiança, no distrito de Pindorama, em Porto Seguro, de acordo com a Polícia Civil.

Ela estava acompanhada da mãe, quando voltava para casa, em um carro de transporte alternativo, e o veículo foi interceptado por criminosos, que mataram a vítima.

Ela estava detida há alguns dias na delegacia de Porto Seguro pelo crime de tráfico. O pagamento da fiança responsável pela liberação foi determinado pela Justiça.

Fonte: G-1

 

O pastor envolvido na morte de duas mulheres obteve habeas corpus e saiu do Conjunto Penal de Vitória da Conquista, no sudoeste, ontem terça-feira (20). Edimar da Silva Brito é suspeito de ser o mentor do duplo assassinato, ocorrido no dia 20 de janeiro do ano passado. Dois outros homens participaram da execução do crime.

A professora da Uneb, e também pastora, Marcilene Oliveira Sampaio e a prima dela Ana Cristina Santos Sampaio foram mortas a golpes de pedra em uma estrada entre Vitória da Conquista e Barra do Choça, na mesma região. Na ação, o marido da professora morta contou que estava com as vítimas no dia do crime. Ele afirmou que foi colocado em um carro, enquanto as duas mulheres seguiram em outro com um dos acusados. Entre as suspeitas do crime estaria a hipótese de disputa por fiéis pelo fato de as duas terem saído da igreja de Edimar Brito e ter fundado outra organização religiosa.

Fonte: B. NOTCIAS

Reconhecidas como patrimônio imaterial da Bahia, as baianas de acarajé terão a profissão oficializada por meio da inclusão da atividade na lista de Classificação Brasileira de Ocupações (CBO). A categoria aguardava há 8 anos pela formalização.

Com apoio da Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres Infância e Juventude (SPMJ), a medida será assinada nesta sexta-feira, 16, na sede da Superintendência Regional do Trabalho no Estado da Bahia (SRTE), que fica no Caminho das Árvores, em Salvador.

Segundo a secretária da SPMJ, Taissa Teixeira, após longas conversas, conseguiu-se convencer o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, sobre a importância da profissão. “As baianas enfrentavam muitas dificuldades para tirar documentos, pois sempre as colocavam como cozinheiras e elas têm uma profissão (reconhecida)", explicou.

 

A presidente da Associação das Baianas de Acarajé, Mingau e Receptivo da Bahia (Abam), Rita Santos, por exemplo, passou por experiência constrangedora quando foi tirar o passaporte. “Quando fui tirar meu passaporte colocaram, no quesito profissão, (a opção) cozinheira, pois alegaram que a minha profissão não existia”, recordou.

Rita contou ainda que, após esta situação, procurou apoio em várias instituições, mas só em 2015 conseguiu ir a Brasília para ter uma conversa como o ex-ministro do Trabalho, Miguel Rossetto. “Fui questionar porque a nossa profissão, que existe há mais de 300 anos, não constava na lista da CBO”, disse a presidente. 

Ela informou que o processo ficou parado durante a transição de governo, mas, com a ajuda de Taissa Teixeira, as baianas conseguiram finalmente o reconhecimento da profissão.

Segundo informações da associação, são 21 estados mapeados no Brasil em que há baianas de acarajé e estas profissionais serão reconhecidas. “Só em saber que nossa profissão está na lista da CBO, com outras profissões, já é um grande avanço”, acrescentou Rita.

Trabalho infantil nos tabuleiros 

Umas das preocupações da Abam, junto com a SPMJ, é a presença de crianças e jovens com menos de 18 anos trabalhando nos tabuleiros. Taissa alertou que uma baiana já foi pega em flagrante por permitir que duas crianças trabalhassem em seu tabuleiro. Ela teve que pagar uma multa, aplicada pela Superintendência Regional do Trabalho no Estado da Bahia (SRTE), no valor de R$ 450 por criança. 

“Estamos preocupados com a questão do trabalho infantil, da exploração sexual e da exposição de crianças nas praias”, explicou a secretária.

Rita Santos informou que, no próximo dia 19 de junho, haverá uma reunião das baianas na sede da Prefeitura-Bairro da Ribeira (avenida Porto dos Mastros, nº 65) com a presença de representantes da SRTE, Ministério Público, Secretaria da Ordem Pública (Semop), Abam e SPMJ. Na ocasião, serão tratadas questões relativas ao trabalho infantil.

“Estamos fazendo um trabalho de conscientização com as baianas e aconselhamos que elas não deixem as crianças trabalharem nos tabuleiros, pois terão que pagar uma multa”, afirmou.

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Reconhecidas como patrimônio imaterial da Bahia, as baianas de acarajé terão a profissão oficializada por meio da inclusão da atividade na lista de Classificação Brasileira de Ocupações (CBO). A categoria aguardava há 8 anos pela formalização.

Com apoio da Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres Infância e Juventude (SPMJ), a medida será assinada nesta sexta-feira, 16, na sede da Superintendência Regional do Trabalho no Estado da Bahia (SRTE), que fica no Caminho das Árvores, em Salvador.

Segundo a secretária da SPMJ, Taissa Teixeira, após longas conversas, conseguiu-se convencer o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, sobre a importância da profissão. “As baianas enfrentavam muitas dificuldades para tirar documentos, pois sempre as colocavam como cozinheiras e elas têm uma profissão (reconhecida)", explicou.

 

A presidente da Associação das Baianas de Acarajé, Mingau e Receptivo da Bahia (Abam), Rita Santos, por exemplo, passou por experiência constrangedora quando foi tirar o passaporte. “Quando fui tirar meu passaporte colocaram, no quesito profissão, (a opção) cozinheira, pois alegaram que a minha profissão não existia”, recordou.

Rita contou ainda que, após esta situação, procurou apoio em várias instituições, mas só em 2015 conseguiu ir a Brasília para ter uma conversa como o ex-ministro do Trabalho, Miguel Rossetto. “Fui questionar porque a nossa profissão, que existe há mais de 300 anos, não constava na lista da CBO”, disse a presidente. 

Ela informou que o processo ficou parado durante a transição de governo, mas, com a ajuda de Taissa Teixeira, as baianas conseguiram finalmente o reconhecimento da profissão.

Segundo informações da associação, são 21 estados mapeados no Brasil em que há baianas de acarajé e estas profissionais serão reconhecidas. “Só em saber que nossa profissão está na lista da CBO, com outras profissões, já é um grande avanço”, acrescentou Rita.

Trabalho infantil nos tabuleiros 

Umas das preocupações da Abam, junto com a SPMJ, é a presença de crianças e jovens com menos de 18 anos trabalhando nos tabuleiros. Taissa alertou que uma baiana já foi pega em flagrante por permitir que duas crianças trabalhassem em seu tabuleiro. Ela teve que pagar uma multa, aplicada pela Superintendência Regional do Trabalho no Estado da Bahia (SRTE), no valor de R$ 450 por criança. 

“Estamos preocupados com a questão do trabalho infantil, da exploração sexual e da exposição de crianças nas praias”, explicou a secretária.

Rita Santos informou que, no próximo dia 19 de junho, haverá uma reunião das baianas na sede da Prefeitura-Bairro da Ribeira (avenida Porto dos Mastros, nº 65) com a presença de representantes da SRTE, Ministério Público, Secretaria da Ordem Pública (Semop), Abam e SPMJ. Na ocasião, serão tratadas questões relativas ao trabalho infantil.

“Estamos fazendo um trabalho de conscientização com as baianas e aconselhamos que elas não deixem as crianças trabalharem nos tabuleiros, pois terão que pagar uma multa”, afirmou.

em vagas, cidade baiana retira mais de 400 corpos de cemitério e gera revolta... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2017/06/19/sem-vagas-cidade-baiana-retira-mais-de-400-corpos-de-cemiterio-e-gera-revolta.htm?cmpid=copiaecola

Fonte: A TARDE

Dados divulgados pelo Conselho Federal de Medicina, que tem como base dados do Sistema Único de Saúde (SUS), apontam que a Bahia é o estado que lidera o número de internações relacionadas a acidentes com fogos de artifícios. De um total de 4.577 ocorrências do tipo em todo o país, que foram registradas entre os anos de 2008 e 2016, 961 foram notificadas no estado baiano.

Depois da Bahia, o maior registro de internações ocorre em São Paulo (850) e em Minas Gerais (640). No período analisado, 83 pessoas morreram no Brasil vítimas de queimaduras provocadas por fogos de artifício.

Na Bahia, as estatísticas mostram que o número de pessoas internadas por acidentes com fogos aumenta até cinco vezes no mês de junho em comparação com os outros meses. "Festejo junino com bebida alcoólica e fogos de artifício, por isso esse aumento na média histórica em junho", explica Marcus Vinícius Barroso, coordenador do Centros de Tratamento de Queimados de Salvador (CTQ), no Hospital Geral do Estado (HGE). No CTQ, o número de internações aumenta 40% neste período do ano.

"Seria muito importante que nós pudéssemos fazer uma autocrítica no sentido de ver se a gente poderia incorporar novas brincadeiras à nossa comemoração e que não fosse necessariamente a utilização desses explosivos e dessas espadas", sugere o vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, Jecé Brandão.

A fisioterapeuta Luciana Barcellos já foi vítima de queimadura durante os festejos juninos. Ela estava assistindo a uma brincadeira com fogos de artifício, quando um deles explodiu ao lado dela queimando braço, pescoço e metade do rosto. A recuperação levou um ano. "Eu fiquei bem assustada, bem assustada mesmo. Eu queimei rosto, orelha, eu achei que a orelha ia ficar com algum problema", conta.

Os casos de queimaduras vão além do período junino. Em Feira de Santana, a comemoração num jogo de futebol deixou sequelas para a vida toda no empresário Sandro Haine. Uma bomba explodiu na mão e ele acabou perdendo as pontas de dois dedos. "Serviu de exemplo também, que eu sempre aconselho as pessoas, crianças, tudo, quando eu vejo, para não soltar bomba e mostro minha mão, o que aconteceu comigo", afirma.

Fonte: G-1

O jovem de 20 anos que precisou ser internado após ser picado por uma cobra em uma rave, em Vila de Abrantes, localidade de Camaçari, na região metropolitana de Salvador, teve alta do hospital, após cinco dias. Iago Silva deixou a unidade médica, na capital, na tarde de sexta-feira (9).

Em entrevista neste sábado (10), Iago Silva, que é estudante de psicologia, contou que, embora já esteja em casa, ainda está em observação e não consegue pisar no chão. "Não consigo andar. Estou sem trabalhar e ir para a faculdade. Ainda estou em observação e tomando antibióticos", disse.

Iago relatou que a situação ocorreu logo após ele chegar na festa Aurora, por volta das 4h30. Essa foi a primeira vez que ele participou do evento, que é realizado em um sítio. Ainda na "rave", ele buscou atendimento médico, mas foi liberado. O estudante só foi internado por volta das 12h, após voltar para Salvador e ser levado pela sogra para um hospital.

"Foi logo na entrada da festa. O local era escuro. Senti [a picada], mas foi um negócio rápido. Não vi a cobra. Fui para um lugar iluminado para ver o que tinha acontecido. Procurei atendimento na ambulância da festa. Eles [médico] disseram que foi formiga e que podia ter sido alergia. Não deram nada. Fiquei sentado e o pé começou a inchar e aí aplicaram um corticóide. Tava inchado e dolorido, não conseguia pisar", relatou.

Iago contou que foi para a festa de sandália e foi picado  no calcanhar. Ele disse que, mesmo após a aplicação do corticóide, as dores no pé aumentaram e ele buscou atendimento novamente na ambulância e pediu para ser levado a um hospital. "Quando não aguenta mais de dor fui na ambulância novamente e eles negaram me levar para um hospital. Andei 3 km e fui para casa de táxi. Minha sogra me levou para o hospital", relatou.

"Foi logo na entrada da festa. O local era escuro. Senti [a picada], mas foi um negócio rápido. Não vi a cobra. Fui para um lugar iluminado para ver o que tinha acontecido. Procurei atendimento na ambulância da festa. Eles [médico] disseram que foi formiga e que podia ter sido alergia. Não deram nada. Fiquei sentado e o pé começou a inchar e aí aplicaram um corticóide. Tava inchado e dolorido, não conseguia pisar", relatou.

Iago contou que foi para a festa de sandália e foi picado foi no calcanhar. Ele disse que, mesmo após a aplicação do corticóide, as dores no pé aumentaram e ele buscou atendimento novamente na ambulância e pediu par ser levado a um hospital. "Quando não aguenta mais de dor fui na ambulância novamente e eles negaram me levar para um hospital. Andei 3 km e fui para casa de táxi. Minha sogra me levou para o hospital", relatou.

 

Na unidade de saúde, o estudante tomou outra vez um cortcóide e foi submetido a um exame de sangue, que revelou a presença de veneno de jararaca no sangue dele. "O exame deu picada de cobra jararaca. Os médicos disseram que meu sangue não tava coagulando e que eu podia ter hemorrogia e problema renal", afirmou.

Um turista de São Paulo morreu após passar mal na mesma festa e um jovem de 22 anos desapareceu após sofrer um surto e sair correndo para o meio de uma mata. Ele foi localizado na manhã deste domingo (10), em uma fazenda próxima ao local do evento.

O organizador da festa, Danilo Nazca Barreto, diz que o evento, que está na 15ª edição, estava legalizada e lamentou pelos ocorridos. "A gente sente muito pelo que aconteceu, porque a gente produz o evento durante quatro meses. Nós investimos muito para que o evento seja um evento seguro para todo mundo que está lá dentro, do começo ao fim do evento. Pensamos nos detalhes. A festa está legalizada como ela foi legalizada desde o começo. De 11 anos atrás até hoje, todos os nossos eventos tiveram o alvará de liberação", destacou.

Procurada na terça-feira (6), a Prefeitura de Camaçari informou, por meio de nota, que "Os organizadores da festa não pediram qualquer autorização à Secretaria de Serviços Públicos da Prefeitura de Camaçari para realizar o evento por ter sido organizado em condomínio privado". Danilo, no entanto, disse que existe um alvará da prefeitura expedido pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (Sedur). O Corpo de Bombeiros informou que o quartel responsável pela região onde a festa ocorreu não foi notificado da realização do evento.

Fonte: G-1

Denúncia foi feita pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA). Informação foi divulgada pelo órgão nesta quarta-feira (7).

presidente da Associação de Desenvolvimento Comunitário Cultural Educacional e Social do Quilombo de Rocinha e Região (Acooped), Maria Regina Bonfim, foi denunciada à Justiça por falsidade ideológica, após emitir falsas declarações para que estudantes pudessem ingressar em universidades públicas como cotistas, alegando ser quilombolas. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (7) pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA).

A denúncia foi assinada pelo promotor de Justiça Millen Castro. Segundo ele, 13 estudantes utilizaram os documentos emitidos ou assinados por Maria Regina para obter acesso ao ensino superior, entre os anos de 2011 e 2015. Conforme o MP, Maria Regina Bonfim tinha ciência de que os documentos seriam usados para tal finalidade. A comunidade quilombola da Rocinha fica no município de Nossa Senhora do Livramento.

Nas universidades e institutos federais, as vagas de cotas são destinadas a estudantes vindos de escolas públicas, de baixa renda ou autodeclarados pretos, pardos ou indígenas, conforme a classificação oficial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os documentos falsos, segundo o MP, foram utilizados para acesso às universidades Federal da Bahia (Ufba), Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) e Estadual de Feira de Santana (Uefs).

Entre os estudanes que utilizaram documentos falsos está Maiara Aparecida Oliveira Freire, que foi condenada a dois anos de prisão em regime aberto e expulsa da Uesb, em 2016, após a fraude ser descoberta.

De acordo com o MP, cópias dos autos dos demais procedimentos foram remetidas pelo promotor de Justiça Millen Castro para as Promotorias de Justiça das comarcas onde os estudantes usaram os atestados e também para as universidades, a fim de serem adotadas providências criminais e administrativas contra eles.

Não se  conseguiu contato com a presidente da associação que assinou os documentos dos alunos. Em reportagem exibida pelo Fantástico em outubro de 2016, Maria Regina Bonfim admitiu ter firmado declarações de moradia a estudantes que não moravam no quilombo. Ela declarou, ainda, que a família da estudante Maiara Aparecida Oliveira Freire contribuía financeiramente com a associação e que, por isso, assinou o documento falso da jovem.

 

Fonte: G-1

O então Presidente da Câmara de Vereadores de Conceição da Feira (cidade que fica localizada a 26 km de Feira de Santana, com uma população de aproximadamente 25 mil habitantes) na época, o senhor Raimundo Conceição França, abriu uma sindicância para apurar uma denúncia de possível desvio de dinheiro articulada pela Prefeitura e por empresas concessionárias de transporte escolar, entre os anos de 2013 a 2016.

A denúncia é de que empresas de transporte escolar contratadas pela Prefeitura de Conceição da Feira, pelo Expresso Nossa Senhora das Candeias, empresa da cidade de São Francisco do Conde, recebia mensalmente, R$ 33 mil, com franquia da Prefeitura de Conceição da Feira, além de outras locações.

Ainda referente aos nos documentos da denúncia de fraude, além da empresa anteriormente citada, outra Atlântico Transporte e Turismo LTDA, também foi contratada de forma desnecessária pela Prefeitura. Segundo a denúncia, foram cinco ônibus locados, pagos no valor de R$ 5,000 e dois ônibus de placa JOK-0111 e JOK-0209, que nunca prestaram serviços ao município. A prefeitura também locou, cinco carros leves, no valor de R$ 1,500, seis vans pagas por R$ 3,000 e uma caminhoneta S10 de placa OZC-1061.

Durante uma entrevista cedida ao jornal FOLHA DO ESTADO, o vereador, Raimundo Conceição da França, explicou que analises feitas ao Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) foi avaliado um valor excedente das contas da cidade. Segundo ele, empresas contratadas para transportar estudantes para outros municípios, eram pagas pela prefeitura.

De acordo com o vereador, a Prefeitura tinha recebido através do Programa do Governo Federal, Caminho da Escola, pela FNDE, cerca de, 12 ônibus rurais, os quais conhecidos como o “transporte amarelinho”, a fim de conduzir os mais de 3.487 mil estudantes a escola do município.

Nos documentos cedidos pelo vereador, ao jornal, aparece no contrato feito pela Prefeitura, aproximadamente, onze ônibus, com preços variados, dentre eles, oito no valor de R$ 17.160,00,01, também, sete vans com preços de R$ 11, 679,80, outros veículos leves, com preço mensal de R$ 3, 730 cada e três pickups no custo de R$ 4. 740, veículos que nunca foram vistos prestando serviços ao município.

Ainda na entrevista, o vereador afirmou que existia uma lista de alunos falsificada, onde supostamente faziam o transporte destas crianças, entretanto os nomes dos tais estudantes eram ausentes, pois a relação dos referidos alunos faziam a condução pelos "ônibus amarelinho".

O vereador relatou que a denúncia foi encaminhada para o Ministério Público e para a Polícia Federal, onde os órgãos farão a apuração do dinheiro desviado, utilizado supostamente para a locação do transporte, pago pelo município de Conceição da Feira.

Na entrevista, o vereador fala: "a denúncia foi encaminhada para o Ministério Público e para a Polícia Federal, já que, vem da instância do Ministério da Educação, e os referidos órgãos estão tomando sua devida providências. Eu ainda não tive contato com a pronúncia do Prefeito do município, mas contra fatos não há argumentos", finaliza o vereador.

Fonte: FOLHA DA BAHIA

A cidade de Ilhéus guarda um importante acervo da história do país na qual o cacau, que perdeu espaço por pragas agrícolas, descuido e secas, volta a ser um instrumento da população para recuperar o selo do "turismo do chocolate" e reescrever a obra de Jorge Amado.

O objetivo da população é "reacender" o cultivo da "fruta dos deuses" na região, trabalhando com a recuperação histórica de locais como o Rio do Braço, primeiro distrito de Ilhéus e antiga estação de trem da região, por onde circulava o cacau entre os anos 1920 e 1930.

O lugar está em ruínas e a seca de 2016 afetou os cacaueiros que ainda tinham plantações ali.

Com o propósito de recuperar o espaço como patrimônio histórico e cultural, o empresário Lucas Kruschewsky lidera um projeto para a restauração do Rio do Braço.

"O Rio do Braço é o primeiro distrito de Ilhéus, importantíssimo. Foi cenário de novela, de filme, está nas páginas de Jorge Amado e por isso o trabalho é de resgate cultural e histórico", explicou à Agência Efe o empresário e ativista.

A primeira atividade foi transformar as ruínas do galpão central por onde chegava o cacau em um restaurante de comida típica, para atrair primeiro os residentes dos arredores e, logo depois, os turistas.

Segundo Kruschewsky só desta maneira será possível "envolver" a população para propor uma restauração coletiva e voluntária na área e, como consequência, recuperar a vontade dos jovens produtores em plantar cacau e produzir o que se classifica como chocolate de origem, aquele com maior concentração da semente.

"Os melhores produtores de chocolate são os europeus, mas eles não tem nenhuma árvore de cacau plantada. Por isso, além de internacionalizar a cultura do cacau, o objetivo é valorizar o que nós temos, o nosso chocolate de qualidade e saudável", destacou.

Ilhéus é reconhecida como a "rota do chocolate", mas nas últimas décadas esta valorização caiu e os produtores estão tentando retomar a marca do chocolate baiano como o melhor do Brasil, podendo ser comparado com os famosos suíços, já que se utiliza pelo menos 30% a mais de cacau na composição.

Essa porcentagem ou superior garante a diferença do chocolate industrial e o de origem.

A cidade continua explorando o comércio de produtos derivados do cacau, entre eles artesanatos, produtos de beleza e higiene, além da própria gastronomia que foi reforçada com a tradução a vários idiomas de "Gabriela", uma das obras célebres de Jorge Amado (1912-2001).

Para a população existe um sentimento de gratidão ao autor por ter imortalizado Ilhéus para o mundo.

"Se não fosse Jorge Amado, talvez a nossa história das fazendas de cacau e as nossas belezas naturais que estão tão esquecidas pelo poder público também seria uma rota ignorada pelos turistas", comentou à Efe a professora aposentada Ana Maria Oliveira.

Com o mais extenso litoral da Bahia, conhecido como Costa do Cacau, o município é um dos primeiros do Brasil, fundado em 1536, e conserva na arquitetura do centro da cidade as marcas da era colonial portuguesa, como a estátua da poetisa grega Safo, usada em barcos pelos portugueses entre 1924 e 1927.

A estátua é a única da poetisa na América do Sul e Safo é registrada na história como a primeira mulher a lutar pelos direitos de gênero, como contou o guia turístico Aloísio Souza.

As fachadas das casas também mantêm as iniciais dos "barões do cacau", como eram chamados os 'coronéis' e uma delas se transformou na Casa de Cultura e Museu Jorge Amado, onde a história da cidade está retratada pela coleção de objetos cedidos pela família do autor.

Das páginas dos livros aos panfletos de itinerários turísticos, Ilhéus passa por uma fase de transição entre o 'coronelismo' das décadas de 1920 e 1930 e a tentativa de ser um ponto de parada de turistas brasileiros e latinos, especialmente após a abertura de um aeroporto na cidade.

Pensando nisto, muitos resorts instalados ali, como o Cana Brava, surgiram de moradias familiares que se transformaram em um motor para impulsionar um turismo mais barato no Nordeste, com foco nas famílias de novas regiões.

O diretor do Cana Brava, Rafael do Espírito Santo, faz parte de um grupo de empresários que 'vende' o conceito do chamado "turismo do chocolate".

O turismo da cidade é o resultado histórico das gerações de cacaueiros, que no ecossistema da Mata Atlântica passaram por 20 anos sem exportar à Europa e deixaram aos filhos e netos o cuidado e a preservação da cultura do cacau.

"Sinceramente, nunca comi nada tão bom como o cacau", declarou à Efe o pequeno Bento, de sete anos, que cresce entre as fazendas e as histórias dos extintos 'coronéis' contados pelos seus avôs.

Fonte: G-1

Uma estudante, de 16 anos, morreu vítima de choque elétrico quando limpava um freezer em Cândido Sales, na região de Vitória da Conquista, sudoeste baiano. O fato comoveu a população local. O corpo de Tamires Cardoso foi sepultado no final da tarde desta quarta-feira (31). Segundo informações da Delegacia Territorial, a jovem limpava o refrigerador quando recebeu a descarga. Testemunhas contaram que a garota tinha parte do corpo molhado, além de estar com um pano úmido no momento do acidente. Logo após receber a descarga, a adolescente foi encontrada inconsciente por familiares, perto do equipamento. Ela chegou a ser levada por uma ambulância do Samu ao hospital da cidade. No local, a equipe médica tentou reanimá-la, mas a jovem não resistiu. O acidente ocorreu na tarde da terça-feira(30) em uma fazenda próxima à zona urbana do município.

Fonte: BAHIA NOTICIAS

A promotoria do Ministério Público de Itabuna, no sul baiano, acionou na Justiça o prefeito Fernando Gomes (DEM). A medida foi tomada após o gestor se negar a demitir a esposa, Sandra Neilma Gomes, e o sobrinho Dinailson Oliveira das secretarias de assistência social e administração da prefeitura, respectivamente. Antes, a promotoria tinha emitido uma recomendação ao prefeito, pedindo a exoneração dos secretários (veja aqui). “Ele disse na sexta-feira [26] que não iria acolher a recomendação, e na mesma ocasião a gente ingressou com uma representação por improbidade administrativa”, disse o promotor de Justiça Inocêncio de Carvalho Santana ao Bahia Notícias. Na ação, o promotor pede que a Justiça suspenda as nomeações dos secretários, com a exoneração deles, além da devolução dos valores já pagos aos dois em salários. O promotor ainda espera que o processo, que corre na Vara da Fazenda Pública de Itabuna, surta efeito o mais rápido possível. Segundo o MP, a nomeação dos secretários caracteriza nepotismo, que é quando o gestor usa da posição para para favorecer parentes. Entre as argumentações, o promotor cita uma lei municipal, sancionada pelo próprio Fernando Gomes, em 2007, vedando a contratação de parentes pela prefeitura. Uma Súmula do Supremo Tribunal Federal (STF) [Súmula 13] também proíbe a nomeação de parentes até o terceiro grau. Por fim, acrescenta o promotor, os dois não teriam capacidade técnica para assumir os cargos, já que tanto a secretária como o secretário tem apenas o ensino médio completo. Ao BN, a secretária Sandra Gomes disse que a prefeitura manteria ela e Dinailson Oliveira nos cargos e não via conflito ético no caso.

Fonte: BAHIA NOTICIAS

Projeto Viver é voltado para o atendimento a vítimas de abuso sexual e também aos seus familiares (Foto: Juliana Almirante/G1)

Familiares e vítimas de violência sexual em Salvador sofrem os efeitos da desassistência após a suspensão de atendimentos psicoterapêuticos que eram oferecidos pelo Serviço de Atenção a Pessoas em Situação de Violência Sexual (Viver), localizado na Avenida Centenário. No dia 25 de abril, foram finalizados os dois últimos contratos com profissionais de psicologia e de outros dois de assistentes sociais.

A última contratação de profissionais para o Viver ocorreu em 2013. Desde então, o quadro de funcionários vem diminuindo.

Uma das muitas vítimas que se deparam com a falta de assistência especializada é uma menina de apenas cinco anos, e a mãe dela, que conversou com o G1, mas prefere não se identificar. A garota foi abusada pelo próprio pai. Ela chegou ao Viver em fevereiro deste ano e passou por duas sessões de psicoterapia, mas teve que interromper o tratamento. Sem o atendimento no Viver, a mãe procurou uma ONG que oferece atendimento psicoterapêutico e teve que custear um atendimento para ela própria.

A mãe da garotinha destaca que o atendimento do Viver era completo, ao atender as vítimas e os parentes, em um momento de grande sofrimento após o abuso sexual. “Nós estamos vivendo um deserto e o Viver era um oásis. Agora ele apenas é uma miragem”, lamenta.

O serviço no Viver é administrado pela Secretaria Estadual de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS). Segundo a pasta, atualmente, trabalham no local uma enfermeira, um assistente social, um gerente, uma coordenadora técnica (formada em psicologia) e um coordenador administrativo (formado em Direito). A secretaria afirmou, ainda, que dois dos cargos que atualmente exercem funções administrativas devem ser substituídos, dentro de um prazo não informado, por dois novos profissionais de psicologia.

A secretaria justifica que os profissionais foram desligados, desde 2013, devido ao fim do contrato na modalidade de Regime Especial de Direito Administrativo (Reda), cujas regras impossibilitam a recontratação ou a permanência desses profissionais na unidade.

Quem chega no Viver pode ser atendido pelos funcionários que ainda restam no local, e que encaminham os pacientes que precisam de atendimento psicoterapêutico para outras unidades da rede pública.

Em nota, a Secretaria de Justiça afirmou que os funcionários que trabalhavam no Viver e foram desligados em 25 de abril prepararam relatórios e encaminharam os casos em acompanhamento para atendimento no Hospital da Mulher, nos Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e no Centro de Referência em Atenção à Mulher Loreta Valadares, para onde devem ser encaminhados.

A secretaria afirma que, no Hospital da Mulher, são feitos atendimentos em mulheres a partir de 12 anos de idade. No entanto, afirmou que busca ajustes contratuais para que a unidade médica possa atender a todas as faixas etárias.

A pasta ainda sustenta os Creas como espaços de referência para o acolhimento da família, orientações jurídicas, atendimento psicossocial para o fortalecimento dos vínculos familiares e a proteção social à pessoa que sofreu a violência, assim como a sua família.

A secretaria disse ainda, em nota, que o projeto Viver deve passar por uma reformulação e ampliação, que compreende uma série de ações estratégicas, integradas, para fortalecer não só o Viver, como a Rede de Proteção Social.

"Neste caminho, estamos trabalhando em um Termo de Cooperação entre as Secretarias de Justiça Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, de Saúde, de Políticas para Mulheres e Segurança Pública. A ideia de reformulação é de que a tecnologia social ali aplicada possa ser disseminada para todos os municípios do Estado, através do assessoramento prestado pela equipe do Projeto Viver, sob coordenação da SJDHDS, permitindo que a qualificação dos profissionais que atuam nessa área possa refletir no atendimento de excelência às vítimas de violência sexual nos demais municípios do Estado”, diz o comunicado. Não foi detalhado quando essa reformulação deve acontecer.

Desassistência

A mãe de um menino que foi abusado pelo próprio pai, que também preferiu não se identificar, disse que procurou o Viver em março deste ano e chegou a ser atendida por uma assistente social e uma psicóloga. No entanto, ela não continuou o tratamento psicoterapêutico e, agora, busca uma solução.

“Só de ir ao Viver duas vezes, eu que estava me sentindo muito mal, já me sinto mais forte para lutar pelo meu filho”, defende a mãe. “Não tenho condições financeiras de pagar um psicólogo, que é muito caro. E também não é todo psicólogo que atende vítimas de abuso sexual. Até o momento, não consegui atendimento”, conta.

Ela disse que foi ao Creas da Avenida Bonocô, mas foi informada lá de que não poderia ser atendida. “Eles não têm psicoterapia, só atendimento psicossocial. E eu falei que, já que não tem psicoterapia, eu não vou permitir que meu filho seja atendido ali, para que ele não seja revitimizado. Porque depois de fazer o atendimento psicossocial, ele depois teria que ser encaminhado para psicoterapia”, defende a mãe.

Os abusos cometidos pelo pai foram percebidos pela mãe em janeiro, quando começou a perceber mudanças de comportamento e ferimentos no corpo do filho. “Meu filho começou a ficar agressivo, ficou antissocial, aéreo, agressivo comigo e com os irmãos, teve insônia e falta de apetite”, diz a mãe.

Defesa de direitos

A defensora pública Laíssa Rocha, do núcleo que cuida dos direitos de crianças e adolescentes, acompanha a situação do Viver junto com as defensoras Gisela Aguiar e Eva Rodrigues. Em dezembro do ano passado, a Defensoria chegou a entrar com uma ação civil pública na Justiça contra o fechamento da instituição, para que os diretos de quem sofreu violência sexual sejam respeitados. O caso ainda aguarda julgamento.

Laíssa destaca que a opção dada pelo governo de direcionamento para a rede pública, por meio de Creas e Hospital da Mulher, não atende boa parte dos pacientes atendidos. “A rede disponível é Hospital da Mulher, que não atende crianças e homens. 80% dos usuários do Viver era de crianças e adolescentes. Segundo a secretaria, tem os Creas, mas que não presta atendimento psicoterápico”, argumenta.

Ela destaca ainda o atendimento especializado que era oferecido no local, disponível para ambos os sexos e idades, ainda contemplava os familiares das vítimas. “O Viver não pode ser comparado com os demais, porque tinha excelência. Quando entrava uma vítima de violência sexual, era atendida não só a vítima, mas a família toda. Não adianta trabalhar a criança, se não trabalhar a família”, defende.

A defensora também critica a interrupção dos atendimentos que trazem prejuízos para familiares e vítimas. “A situação é extremamente preocupante. Tem usuários que tiveram serviços descontinuados. Eu atendo mães de crianças que foram abusadas pelos pais. As crianças estão sem atendimento, porque o serviço está descontinuado. Hoje a gente quer a reabertura do serviço, para que volte a funcionar como era antes. Até porque temos crianças e adolescentes que estão tendo direitos violados, a situação hoje é mais dramática”, alerta.

Em uma audiência realizada na quinta-feira (25), no Tribunal de Justiça da Bahia, no gabinete da desembargadora Nágila Brito, se reuniram com a magistrada representantes do governo, da Defensoria Pública do Estado, do Ministério Público, além de familiares de vítimas, para discutir o assunto e buscar uma solução para as vítimas. A desembargadora informou, no encontro, que um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) deverá ser assinado entre as autoridades para que um grupo de ex-funcionários do Viver seja readmitido de maneira emergencial, por um ano.

Fonte: G-1

Os vigilantes da Bahia continuam em greve por tempo indeterminado após oito rodadas de negociações com os patrões. Agências do INSS, instituições bancárias, Escolas Municipais dentre outros postos que funcionam com a presença de seguranças estão com o funcionamento comprometido.

Segundo José Boaventura, presidente do SindVigilantes (Sindicato dos Empregados de Empresas de Segurança e Vigilância do Estado da Bahia), a categoria tem  reunião entre sindicato e patrões nesta sexta-feira (26), na Delegacia do Trabalho.

Na sexta-feira a categoria ainda faz uma mobilização a partir das 7h na avenida Tancredo Neves, na frente de um shopping da capital baiana e seguem até a sede da Delegacia do Trabalho. De acordo com Boaventura, os patrões ofereceram 1% para reajuste salarial e autorização para hora extra na folga.

Os vigilantes pedem reajuste de 7%, ticket refeição de 20,00 reais, cotas para as mulheres de 30% (por posto de trabalho) e piso salarial de 1500,00 reais. Segundo dados do sindicato, são quase 32 mil vigilantes que atuam no Estado da Bahia, com data-base em 1º.

 

Fonte: r7

Uma ovelha deu à luz cinco filhotes na comunidade de Riacho dos Algodões, zona rural de Casa Nova, norte da Bahia. São quatro fêmeas e um macho. Segundo especialistas, o caso é raro. O normal é que a ovelha tenha de um a três filhotes por gestação.

“A probabilidade é muito rara. Em caso de 10 milhões de partos de caprinos e ovinos, principalmente em ovelhas, para acontecer um caso desse de cinco filhotes vivos”, avalia o veterinário Pedro Alves da Silva.

Essa é a segunda cria do animal, batizada de "Preta", que já deu à luz outros três filhotes. A gestação de uma ovelha dura 150 dias. O caso surpreendeu a criadora do animal, a agricultora Maria de Lourdes da Cruz Sá, que está há um ano com "Preta" e vive também da criação de ovelhas.

“A barriga dela era grande, mas ninguém desconfiava que iam ser cinco. Ela pariu três, agora cinco, já são oito. Eu gosto muito dos bichinhos e fico muito feliz de ver eles aqui”, conta Maria de Lourdes.

Quem cuida dos novos animais é um amigo da família. Agora, há uma atenção especial com alimentação de "Preta" por conta da produção de leite usada na amamentação dos filhotes. Mesmo assim, são necessários dois litros de leite por dia para complementar a alimentação dos cordeiros, que usem até mamadeira.

A notícia do nascimento dos filhotes chamou atenção dos vizinhos, que aparecem para ver de perto e tirar fotos dos animais. A agricultora Maria de Lourdes torce para que os filhotes cresçam com saúde. “Tenho um carinho especial com os bichinhos, como se fossem crianças”, conta.

Fonte: G-1

 

 
Fonte: G-1

A principal agência dos Correios da cidade de Luís Eduardo Magalhães,  que funciona também como central de armazenamento e distribuição de correspondências, está fechada há uma semana por ordem do Ministério do Trabalho, devido a problemas estruturais. Com isso, a entrega de encomendas não está sendo feita e os moradores reclamam que estão sendo prejudicados.

De acordo com funcionários da empresa, o prédio tem rachaduras e infiltrações. Um aviso foi colocado no local, no dia 9 de maio, informando que o atendimento havia sido suspenso.

O advogado Gustavo Sena, que defende o dono do imóvel que alugou o espaço para os Correios, diz que reformas não foram realizadas no prédio devido a falta de pagamento de alugueis. Ele diz, ainda, que o local não orefece riscos.

"Essas reformas não seriam feitas em função da falta de pagamento de alugueis. Em relação à estrutura do prédio, existem inúmeras outras lojas do lado e essas lojas não são afetadas pela estrutura", destacou. O proprietário do imóvel, Senivaldo Bonzani, diz que está sem receber o aluguel há mais de três anos e que o valor devido pela empesa ultrapassa R$ 125 mil.

Nesta semana, segundo o advogado do dono do imóvel, um representante dos Correios o procurou para fazer um acordo. "Não é acordo em relação ao pagamento total da dívida, mas é um acordo que iria fazer o pagamento de parte, de 80% da dívida", disse Sena.

Enquanto o problema não é resolvido, o prédio continua fechado. As outras duas agências dos Correios que operam na cidade estão funcionando normalmente, mas as correspondências não são entregues há mais de uma semana por conta do problema no prédio central onde as correpondências são armazenadas antes de serem distribuídas.

Com o fechamento da agência do centro, as correspondências que chegam na cidade são colocadas em uma sala que tem 13 metros quadrados, que não tem capacidade para comportar todo o material. Com isso, encomendas que deveria ser entregues em Luís Eduardo Magalhães estão parados na cidade Vizinha de Barreiras. 

O comerciante Jassônio José Bragança, que está com câncer de pele, diz que interrompeu há cerca de um mês o tratamento contra a doença porque não está recebendo em casa os remédios pelos Correios. "Vai ter que começar tudo de novo o tratamento, porque não pode haver interrupção. E isso encarece tudo. Cada pote desse produto custa R$ 270", afirma.

Em nota, os Correios informaram que estão procurando um outro imóvel e que a previsão é de que em 90 dias a agência central volte a funcionar. Nesse período, segundo a empresa, o atendimento será feito nas outras duas agências da cidade. Disse, ainda, que a distribuição de correspondências prioritárias e malotes está ocorrendo normalmente. Já a entrega das encomendas e cartas simples será normalizada na próxima semana, coforme a empresa. Sobre o pagamento do aluguel em atraso, a empresa não se posicionou.

Fonte: G-1

Um homem suspeito de matar três pessoas tentou subornar policiais com R$ 100 mil para não ser preso, na manhã esta quinta-feira (18), em Salvador. Além disso, segundo a Polícia Civil, o suspeito de prenome Filipe, de 21 anos, ainda ofereceu mais R$ 10 mil para que duas armas encontradas com ele não fossem apreendidas.

De acordo com a polícia, a Justiça havia determinado a prisão preventiva de Filipe, que já tinha confessado os homicídios. O suspeito foi localizado no bairro de Castelo Branco. Conforme a polícia, o jovem estava com dois revólveres calibre 38.

A polícia informou que o suspeito foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e corrupção ativa. Ele foi encaminhado para o sistema prisional, onde está à disposição da Justiça.

Fonte: G1

Um homem foi preso durante uma abordagem da PRF (Polícia Rodoviária Federal) em Ibotirama, norte da Bahia. Segundo a PRF, o suspeito é foragido da Justiça paulista.

A prisão ocorreu na segunda-feira (15), no KM 582 da BR 242. Durante abordagem e fiscalização a um veículo ocupado por dois homens, os PRFs verificaram que o passageiro do veículo, possuía mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas e condutas afins. O crime foi cometido em dezembro de 2014.

A ordem de prisão foi expedida em novembro do ano passado pelo TJ-SP (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo), 2ª Vara de Execuções Criminais da Comarca de Itu.

O homem, que tem 28 anos, foi detido e encaminhado para delegacia de polícia judiciária local, onde ficará custodiado à disposição da Justiça.

Fonte: R-7

No início do ano de 2017, o fenômeno da seca atingiu 219 municípios da Bahia, que decretaram estado de emergência. A informação foi analisada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia, com dados da Superintendência de Proteção e Defesa Civil do estado da Bahia. O problema, como já aconteceu em outros períodos, concentra-se na região do Semiárido, que representa, aproximadamente, dois terços do território do baiano.

De acordo com a análise, os municípios atingidos pela estiagem abrangem uma área de aproximadamente 307,4 mil km², o que corresponde a 54,4% da área total do Estado. A população desses 217 municípios equivale a 38,7% do total da Bahia (5,9 milhões de pessoas). De acordo com Urandi Paiva, coordenador de estatística da SEI, são cerca de 4,2 milhões de pessoas foram afetadas diretamente pela falta de chuvas no Estado.

“A estiagem prolongada atinge com maior intensidade os municípios que tem como uma das atividades principais a agricultura de subsistência”, analisa Paiva. Diferentemente da seca (que é um fenômeno permanente), a estiagem pode provocar desequilíbrios hidrológicos importantes e causar desastres ambientas e humanos; além de baixar o volume de água, secar rios e nascentes e ser transformada, de fato, em uma situação de seca.

O Território de Identidade Sudoeste Baiano foi o mais afetado com 20 municípios que decretaram estado de emergência, seguido pelos territórios de Irecê (19 municípios), Chapada Diamantina (18) e Semiárido Nordeste II, Sertão Produtivo e Sisal, todos com 17 municípios.

A seca atual que afeta a Bahia e o Nordeste teve início em 2012 e se intensificou desde então. Ela já dura cinco anos e é considerada a mais severa em várias décadas. A intensidade e a persistência da atual estiagem pode ser indício das mudanças climáticas, também conhecida como aquecimento global que se dá pelo aumento de temperatura média global. O aumento das emissões de gases de efeito estufa na atmosfera (CO2 em particular) estão prendendo o calor na atmosfera da Terra. Não se tem registro na Bahia de seca mais persistente e aguda tal qual nos últimos 100 anos, segundo alguns especialistas. Desde 1911, ocorreram duas secas com duração de três anos (1930-32; 1941-43), duas com duração de quatro anos (1951-543 e 2012-2015) e uma com duração de cinco anos (1979-83).

Impactos agropecuários – Os efeitos da falta de chuvas são mais contundentes nos municípios que apresentam maior participação (superior a 40,0%) do setor agropecuário na composição do PIB municipal. A agricultura familiar responde pela atividade principal dessas economias municipais e caracteriza-se por pequenas propriedades, onde a família é dona dos instrumentos de produção e da terra, voltada para produção de subsistência e com o excedente destinado para comercialização. Em geral, esta atividade apresenta baixo nível de produtividade.

A agricultura de subsistência também é uma das principais fontes de emprego da população rural que retira desta atividade o sustento familiar. Na região Nordeste 89,0% dos estabelecimentos é de agricultura familiar. A Bahia é o estado com maior número de estabelecimentos familiares de todo o País, 15,2% do total, segundo o Censo Agropecuário de 2006.

Fonte: Jornal da Midia

O executivo Cláudio Melo Filho, um dos delatores da Odebrecht na Operação Lava Jato, entregou ao Ministério Público Federal o recibo da compra de um relógio suíço Patek Philippe, dado de presente ao ex-ministro Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo/Michel Temer) em março de 2009. Na nota fiscal da H.Stern consta o valor de R$ 50 mil. Naquele ano, Geddel exercia o cargo de ministro da Integração Nacional do Governo Lula. Cláudio Melo Filho relatou à Lava Jato que o presente foi dado a Geddel pelo aniversário de 50 anos do ex-ministro. "Em março de 2009, demos, em nome da Odebrecht, um presente relevante a ele", afirmou o delator no anexo de sua delação. "Compramos um relógio Patek Philippe, modelo Calatrava, que foi enviado juntamente com um cartão assinado por Emílio Odebrecht, Marcelo Odebrecht e eu. A compra se deu na loja H. Stern em São Paulo e foi efetivada pelo escritório de Brasília. Conforme nota fiscal, o relógio custou R$ 50 mil." Geddel é alvo de duas petições decorrentes da delação da Odebrecht. Uma deverá ser enviada à Justiça Federal da Bahia e outra à Justiça Federal do Piauí. A investigação remetida à Bahia apura pagamentos de vantagens indevidas a Geddel "em virtude dos contratos referentes ao Transporte Moderno de Salvador II" e também repasse de valores "a pretexto de contribuição de campanha nos anos de 2006 e 2014".

Fonte: Bahia Noticias
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