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O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Amazonas, Marco Aurélio de Lima Choy, lamenta a exposição de dezenas de alunos do terceiro ano do ensino médio do Colégio Estadual Professor Waldocke Fricke de Lyra, em Manaus, no Amazonas, que aparecem num vídeo chamando Bolsonaro de "salvação da nação", sob comando de dois policiais, num ginásio da escola.

- Repudiamos qualquer forma de ingerência sobre a liberdade de expressão, seja para homenagear ou deixar de homenagear alguém. Esse vídeo é lamentável. Não se coloca palavras na boca de adolescentes sobre decisões de outros, ainda mais sendo uma homenagem - comenta o presidente da OAB.

O advogado destaca que a população vive hoje em um ambiente de liberdade de expressão onde todos têm o direito de prestar homenagem a quem quiser, mas sem "obrigar as pessoas a pensar igual".

- Trata-se de um ambiente acadêmico, onde se formam cidadãos. Não podemos permitir isso. O conselho da OAB do estado vai se reunir nesta terça-feira, no período da noite, para liberar uma nota de repudio sobre o ocorrido - adianta.

Procurada, a Seduc disse: "estamos apurando a situação". A escola não respondeu até a publicação dessa matéria.

O colégio é administrada pela Polícia Militar por meio de um acordo com a Secretaria de Educação do Amazonas (Seduc). Ambas as intituições, além da OAB e da própria escola onde a gravação foi feita, foram procuradas pelo GLOBO.

As imagens mostram que, diante de dois policiais militares, nove filas de alunos repetem em coro, com as mãos para trás, o que um dos policiais grita: "Convidamos Bolsonaro, salvação dessa nação/ Nos quatro cantos ouvirão completa nossa canção".

- Repudiamos qualquer forma de ingerência sobre a liberdade de expressão, seja para homenagear ou deixar de homenagear alguém. Esse vídeo é lamentável. Não se coloca palavras na boca de adolescentes sobre decisões de outros, ainda mais sendo uma homenagem - comenta o presidente da OAB.

O advogado destaca que a população vive hoje em um ambiente de liberdade de expressão onde todos têm o direito de prestar homenagem a quem quiser, mas sem "obrigar as pessoas a pensar igual".

- Trata-se de um ambiente acadêmico, onde se formam cidadãos. Não podemos permitir isso. O conselho da OAB do estado vai se reunir nesta terça-feira, no período da noite, para liberar uma nota de repudio sobre o ocorrido - adianta.

Procurada, a Seduc disse: "estamos apurando a situação". A escola não respondeu até a publicação dessa matéria.

Fonte:EXTRA
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