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O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou no início da noite desta terça-feira o sigilo da gravação de conversa entre dois colaboradores da JBS – o empresário Joesley Batista e o diretor de Relações Institucionais, Ricardo Saud – que levou o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a abrir um processo de revisão do acordo firmado com o Ministério Público Federal.

A gravação, aparentemente feita sem querer – os dois conversavam sem saber que o gravador estava ligado -, tem 3 horas e 59 minutos de duração e foi entregue, provavelmente também por engano, pela própria JBS à Procuradoria-Geral da República como complemento das informações apresentadas no acordo de delação.

Joesley e Saud conversam sobre os bastidores do acordo de delação e tecem comentários – parte deles ofensivos – a autoridades da República como o próprio Janot e os ministros do STF Cármen Lúcia, Gilmar Mendes, o próprio Fachin e Ricardo Lewandowski, além de políticos, como a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo e o senador Aécio Neves (PSDB-MG).

Fonte:Veja
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