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DESTAQUES DO LEM NEWS

Os brasileiros mantêm R$ 1,4 bilhão em moedas guardadas e fora de circulação, aponta estimativa divulgada pelo Banco Central nesta quarta-feira (30). Isso representa 35% do total de moedas produzidas no Brasil desde 1994.

Os números foram divulgados durante evento em Brasília em que foi lançada uma campanha para estimular os brasileiros a usarem moedas nas compras. De acordo com o BC, a campanha começará em setembro nas redes sociais.

A produção de moedas, segundo o Banco Central, tem aumentado ano a ano. Em 2015 foram produzidas 685 milhões de unidades e, em 2016, 761 milhões. Neste ano, já foram produzidas 434 milhões de moedas até o dia 31 de julho.

Isso gera custos para o setor público, o que a campanha também quer evitar. Só em 2016 o governo gastou R$ 243 milhões para produzir moedas.

"É papel do Banco Central sensibilizar o público quanto à necessidade de promover a recirculação das moedas guardadas", disse o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn. Ele lembrou que as moedas guardadas também contribuem para dificultar o troco nas compras.

Fonte: G1

 

Fonte: Lem News

 

Os Estados Unidos autorizaram nesta quinta-feira (30) a utilização de terapia genética para o tratamento de câncer pela primeira vez. A técnica, chamada de CAR T-cell, tem resultados promissores, mas ainda não chegou ao Brasil.

A liberação para o uso da terapia foi dada pela FDA, órgão regulador dos EUA similar à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Em 12 de julho deste ano, um painel recomendou a aprovação do tratamento.

O órgão norte-americano tratou a decisão como "ação histórica" e diz que "inaugura uma nova abordagem para o tratamento de câncer e outras doenças graves que ameaçam a vida".

"Estamos entrando em uma nova fronteira para a inovação médica com capacidade de reprogramar as células do próprio paciente para atacar um câncer mortal", disse Scott Gottlied, integrante da FDA.

A Novartis, empresa que possui a patente da terapia nos Estados Unidos, publicou em seu site a decisão do órgão regulador. O tratamento, por enquanto, poderá ser feito em crianças e adultos com leucemia linfoide aguda (LLA) -- a taxa de remissão nestes casos é, em média, de 83%. 

Pesquisas

A técnica existe porque é uma parceria entre a Novartis e a Universidade da Pensilvânia. De acordo como jornal "The New York Times", os médicos Steven A. Rosenberg, Carl H. June e Michel Sadelain estão há décadas na vanguarda das pesquisas sobre o tratamento.

Fonte: G1
30
Ago/17

TX WEB

 

Fonte: Lem News

O Diário Oficial da União (DOU) traz nesta quarta-feira, 30, as mais novas estimativas sobre a população brasileira feitas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

De acordo com os dados, o País já conta com mais de 207 milhões de habitantes, número superior aos 206 milhões registrados no ano passado.

Em 2015, a população do País somava 204 milhões de pessoas. O número atualizado neste ano é de 207.660.929 habitantes.

O levantamento mostra que o Estado de São Paulo tem 45 milhões de habitantes, o Rio de Janeiro, 16,7 milhões e o Distrito Federal, 3 milhões. O município de São Paulo reúne 12,1 milhões de habitantes.

Entre outros objetivos, as estimativas são usadas para o cálculo das cotas do Fundo de Participação de Estados e municípios.

Os dados têm data de referência em 1º de julho e estão organizados por Estados, Distrito Federal e municípios.

Fonte: msn

 

Fonte: Lem News

Um total de 381 novas espécies de animais vertebrados e plantas foram descobertas na Amazônia entre 2014 e 2015, aponta um relatório apresentado nesta quarta-feira pela Ong WWF em conjunto com o Instituto Mamirauá. O estudo, que traz detalhes das espécies, faz parte da terceira edição do Relatório do Fundo Mundial para a Natureza – segundo a pesquisa, vários animais e plantas recém-descobertos vivem em áreas de desmatamento e já estão ameaçados de extinção.

Foram encontradas 216 novas espécies de plantas, 93 de peixes, 32 de anfíbios, 19 de répteis, uma ave, 18 mamíferos, e dois mamíferos já extintos, identificados por registros fósseis. De acordo com os cálculos da Ong, por volta de uma nova espécie de ser vivo foi descoberta na Amazônia a cada dois dias. O estudo mostra a importância da preservação da região, que contém a maior biodiversidade em uma floresta tropical do planeta. Nos últimos 17 anos, mais de 2.000 novas espécies foram descobertas na região.

“Apesar do número de descobertas de novas espécies aumentar constantemente, conhecemos apenas 20% de tudo que realmente existe na Amazônia”, afirma Ricardo Mello, coordenador do Programa Amazônia da WWF-Brasil. Segundo ele, a maioria desses seres vivos foi descoberta em áreas de conservação, o que destaca a importância desses territórios protegidos para a manutenção da biodiversidade do bioma. “Esse estudo vem em um momento de retrocesso tanto do ponto de vista ambiental quanto do ponto de vista da ciência e tecnologia”, diz o porta-voz da Ong, fazendo referência aos cortes orçamentários que dificultam novas descobertas e às ameaças de diminuição das áreas protegidas na Amazônia. Para o especialista, a partir do conhecimento da fauna e flora local seria possível incentivar políticos, empresários e a população em geral a adotar um desenvolvimento mais sustentável do ponto de vista social e econômico.

O relatório foi feito a partir de uma análise de todos os estudos publicados entre 2014 e 2015 descrevendo novas espécies de animais e plantas na Amazônia. Os cientistas utilizaram bancos de dados para agrupar informações sobre os seres vivos descritos e suas principais características.

Fonte: MSN

Fonte: Lem News

Uma mulher do estado de Michigan, nos Estados Unidos, recebeu seu diploma do Ensino Médio quase oito décadas depois de ter feito o curso.

Em 1938, Iris Weatherwax tinha 18 anos e estava prestes a concluir seus estudos na escola secundária. No entanto, ela não conseguiu terminar a graduação, já que ficou grávida e foi expulsa do colégio.

Hoje com 97 anos, Iris finalmente recebeu um diploma honorário do distrito escolar de Davison. A cerimônia ocorreu no último dia 23 e “foi maravilhosa”, segundo declarou a própria idosa ao jornal local Flint.

Paula Clarambeau, sobrinha de Iris, foi a responsável por entrar em contato com o distrito escolar, pedindo que sua tia recebesse um diploma.

A ‘formanda’ recebeu o certificado das mãos de Eric Lieske, superintendente das escolas comunitárias de Davison, que foi pessoalmente à residência de Iris para cumprimentá-la.

“Quando ela perguntou para seu filho se estava tudo bem se ela chorasse, eu pensei: 'Isso é realmente importante’. É significativo e foi tocante ter essa oportunidade. Eu estou feliz que a família nos deixou fazer parte de tudo isso”, disse Lieske ao canal ABC News.

Fonte: msn

 

Fonte: Lem News

O ministro Gilmar Mendes foi escolhido para ser o relator de um mandado de segurança que o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o decreto do presidente Michel Temer (PMDB) que extinguiu a Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca), uma área de 47.000 quilômetros quadrados na região da Amazônia, mais especificamente nos estados do Pará e Amapá.

A ação do deputado não tem relação com a decisão liminar que foi proferida parcialmente pela Justiça Federal de Brasília, nesta quarta-feira. O juiz federal substituto Rolando Valcir Spanholo, da 21ª Vara, suspendeu todo e qualquer ato administrativo “que tome como base o decreto que tratava da extinção da reserva, de número 9.142/2017, e que tenha como objetivo a exploração dos recursos minerais nessa área”.

Temer revogou o decreto original e, em seguida, apresentou outra determinação, de número 9.147/2017, para detalhar a decisão. No novo texto, o peemedebista reitera que as áreas da Renca que integrem unidades de conservação da natureza ou demarcações indígenas poderão ser utilizadas para mineração. A decisão do juiz Spanholo também suspendeu esse ato administrativo de Temer. 

Em nota, a Advocacia-Geral da União (AGU) informou que recorrerá da decisão judicial que suspendeu os efeitos do decreto 9.142/2017 e dos demais atos normativos publicados sobre o mesmo tema. 

Fonte: G1
30
Ago/17

GLOBAL SYSTEM

 

Fonte: Lem News

No mês passado, uma empresa causou polêmica nos Estados Unidos ao anunciar que iria implantar chips no corpo de funcionários, como uma investida tecnológica para substituir os antigos crachás, além de chaves e senhas. Hoje, 61 dos 80 funcionários da empresa já têm chips implantados em seus corpos. Agora, a empresa que forneceu os chips pretende começar a fazer o mesmo em companhias aqui no Brasil.

Do tamanho de um grão de arroz, esse chip fica localizado entre os dedos polegar e indicador, e funciona como um código de barras para que leitores digitais o identifiquem, sabendo rapidamente o nome e área de atuação do trabalhador, além de dados de cartões de crédito para que eles consigam comprar itens na cantina da empresa.

Todd Westby, CEO da fabricante dos chips, Three Square Market, explicou que a adesão à instalação dos chips foi totalmente voluntária. “A moral da história é que somos uma empresa de tecnologia e os funcionários naturalmente se interessam pelo que é novo”, declarou. Westby acredita que sua iniciativa gerará uma “revolução como foi a do iPhone”, mas a tecnologia vem sendo criticada por fornecer ao empregador possibilidades de se monitorar os passos que o funcionário dá inclusive nos momentos de descanso, além de monitorar seu trajeto entre a casa e o trabalho e descobrir seus hábitos de consumo.

O CEO explica, contudo, que para esse tipo de monitoramento ser possível, o chip precisaria ser equipado com um GPS, coisa que não foi feita. No entanto, “nós já desenvolvemos toda a tecnologia de um GPS alimentado pela energia do corpo”, revelou Westby.

 

Planos para o Brasil

"Dois hospitais brasileiros já nos procuraram querendo experimentar a tecnologia", disse o executivo à BBC Brasil. Ele contou que médicos brasileiros estão particularmente interessados em fazer testes com o chip em pacientes com doenças degenerativas, já que o chip consegue armazenar dados que revelam o histórico do paciente, como registros de medicamentos e tratamentos realizados. "O Brasil será nosso próximo mercado. Sei que vocês também têm uma demanda muito grande no sistema penal", disse.

Contudo, uma proposta em andamento na Justiça brasileira impede que esse tipo de chip seja instalado em pessoas sem a devida autorização do indivíduo. Sendo assim, é possível que a chegada dos chips da Three Square Market por aqui causem uma polêmica ainda maior do que aconteceu nos EUA.

Privacidade em xeque

Além da questão do GPS no chip, que forneceria ao padrão informações privadas do funcionário, há também a questão da invasão. Esses chips poderiam ser invadidos por hackers? "A tecnologia que estamos usando é passiva. Não tem GPS, portanto o hackeamento é impossível", responde o empresário, mas, caso haja o GPS, isso pode mudar. E, justamente por isso, o CEO garante que "até que tenhamos a tecnologia 100% segura, ela não será lançada".

Um outro uso para esse tipo de chip seria pelo sistema penal brasileiro. Westby acredita que a tecnologia possa substituir documentos e até tornozeleiras eletrônicas. "As tornozeleiras eletrônicas existem para monitorar pessoas condenadas, mas são caras e têm logística difícil. O chip resolveria isso", explica.

 

Fonte: BBC

Fonte: LEM NEWS

Fonte: LEM NEWS

Fonte: LEM NEWS

Fonte: ASCOM CMARA MUNICIPAL DE LEM

A audiência solicitada pelo SINPROLEM – Sindicato dos Professores de Luís Eduardo Magalhães, com o prefeito Oziel Oliveira, terminou de forma satisfatória para ambas as partes: o sindicato por ter os pleitos da pauta atendidos e o prefeito por conseguir atendê-los sem sacrifícios para a gestão. Resultado dessa equação: a educação no município segue caminhando a passos largos, rumo a excelência daquele que é um dos mais importantes serviços públicos prestados à população.

Estavam presentes na reunião, além do prefeito e da diretoria do sindicato, os vereadores Victor do Ferro Velho, Silvano Santos e o Presidente da Câmara, Reinildo Nery, o Secretário de Administração e Finanças, Ricardo Knupp e o Procurador do Município, Dr. Teófilo Jerônimo.

Entre os pontos destacados para atendimento estava a criação de uma comissão para análise dos pedidos de licenças-prêmio; pagamentos de férias dos servidores; pagamento de gratificações de estímulo ao aperfeiçoamento profissional e formação continuada; alteração no decreto de enquadramentos e, sobretudo, a garantia do gestor municipal de que os servidores não perderão os benefícios conquistados, como aconteceu em um município vizinho.

“A audiência com o Sindicato dos Professores foi bastante produtiva, onde pudemos atender aos pleitos da categoria e garantir que os servidores trabalhem tranquilos e estimulados. Essa é só uma das etapas que compõem nosso plano de governo, visando o aperfeiçoamento da educação básica em nosso município. Nossa educação está voltando a ter qualidade, funcionando em rede, com o mesmo padrão de excelência para todas as crianças luíseduardenses. Professores motivados, com formação continuada assegurada, alimentação escolar de qualidade, transporte escolar para todos, construção de novas escolas, tudo isso já estava desenhado antes de assumirmos a gestão. Agora, estamos colocando em prática, e vem muito mais por aí. Tá ficando bom e vai ficar melhor!” Afirmou o prefeito, Oziel Oliveira.

Diversas outras questões da pauta foram analisadas e atendidas. Para a diretoria do SINPROLEM, não poderia haver desfecho melhor para a reunião. O atendimento às demandas deixa os professores com as esperanças renovadas. Enfim, brilha o sol para a educação em Luís Eduardo Magalhães, depois de um longo e tenebroso inverno.


Fonte: ASCOM | Secretaria de Governo - LEM
29
Ago/17

RDIO CAPITAL

Fonte: LEM NEWS

Mosquitos com Wolbachia no insetário da Fiocruz  Foto: Comunicação/Instituto Oswaldo Cruz

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) iniciou hoje (30), no Rio de Janeiro, uma nova fase de combate ao mosquito Aedes aegypti (transmissor de doenças como a dengue, zika e chinkungunya) com a liberação - pela primeira vez em grande escala - do mosquito transmissor da doença com a bactéria Wolbachia.

Ela reduz a proliferação e a eficácia da picada do mosquito. A iniciativa faz parte do projeto Eliminar a Dengue: Desafio Brasil (EDB), que amplia, gradativamente, a área de liberação dos mosquitos no Rio.

Nesta nova fase, foram beneficiados dez bairros da Ilha do Governador, entre os quais, o da Freguesia, da Ribeira, Zumbi, Monerá e Cacuia.

Posteriormente, o objetivo é abranger toda a Ilha, expandindo a ação para outras localidades, como o centro e bairros das zonas norte e sul da cidade.

As ações de liberação do mosquito irão até o fim do próximo ano, quando terão sido disponibilizados cerca de 2 milhões de mosquitos e beneficiados 2,5 milhões habitantes.

Ao falar da importância do projeto, a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, disse que a ação está inserida em um contexto maior da Fiocruz de “eliminar doenças transmitidas pela Aedes aegypti, especificamente a dengue, a zika e a chikungunya”.

“O trabalho será acompanhado por profissionais, pesquisadores e epidemiologistas e a nossa expectativa é que resultados importantes comecem a aparecer a partir de 2020 a 2021, em decorrência das observações em projetos já realizados. Acho que vai ser um grande avanço no controle da doença em todo o país”, enfatizou.

Mensuração da eficácia só em 5 anos

Na avaliação do líder do programa Eliminar a Dengue: Desafio Brasil, o pesquisador da Fiocruz Luciano Moreira, somente entre três a cinco anos será possível avaliar realmente a dimensão e o impacto que a ação iniciada hoje trará para a população e até que ponto ela foi realmente beneficiada.

“Acredito que neste prazo poderemos realmente ter uma dimensão melhor do impacto que o projeto vai causar e os benefícios que ele trará para a população a ser abrangida pela iniciativa aqui no Rio de Janeiro”, disse.

Ele ressaltou, no entanto, a necessidade de que, para vencer o mosquito, a população também terá que participar do programa. “É muito importante que as pessoas tenham a consciência de que têm que fazer a sua parte. Cuidar dos quintais, eliminar criadores e não deixar recipientes com água para que o mosquito possa proliferar”, ensinou.

A presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, ressaltou a importância da população. “Não podemos esquecer que a proliferação do mosquito está intimamente associada a questões sociais e ambientais e como lidamos com o ambiente, descartando objetos que podem se transformar em potenciais criadouros do mosquito Aedes aegypti”, afirmou

Simulado de campo

Para viabilizar a nova etapa do projeto, a Fiocruz colocou em funcionamento o Simulado de Campo, uma estrutura montada dentro da própria instituição com capacidade de produção em larga escala de Aedes aegypti com Wolbachia.

A finalidade é suprir a maior demanda por mosquitos na fase atual e aumentar a capacidade de produção de ovos, que atualmente é de 600 mil a cada semana. Com o simulado, a capacidade passará inicialmente para 1,6 milhão de ovos e alcançará um pico de 3 milhões.

A estrutura montada para maximizar a produção é única no país e poderá atingir 10 milhões de ovos de Aedes aegypti com a bactéria Wolbachia. Segundo o líder do projeto, Luciano Moreira, “os ovos serão utilizados para a liberação nas áreas de abrangência do Eliminar a Dengue, para a manutenção da nossa colônia e também para as pesquisas conduzidas pelas equipes de especialistas do projeto”.

No discurso em que anunciou o início da nova fase, a presidente da Fiocruz enfatizou a importância de novas iniciativas e de inovações tecnológicas como saída para o enfrentamento de doenças que afetam a saúde pública do país.

Para ela, o projeto “é uma clara demonstração de como a inovação tecnológica pode contribuir para a superação de graves problemas de saúde pública, como as doenças que têm o Aedes aegypti como transmissor”.

Como funciona o projeto

Segundo informações da Fiocruz, o programa é uma iniciativa internacional, sem fins lucrativos, visando oferecer uma alternativa sustentável e de baixo custo às autoridades de saúde das áreas afetadas pela dengue, zika e chikungunya, “sem qualquer gasto para a população”.

A sede do projeto mundial Eliminate Dengue: Our Challenge é na Universidade Monash, na Austrália. Os demais países em que a iniciativa está presente, em diferentes etapas, além do Brasil e da Austrália, são Colômbia, Índia, Indonésia, Sri Lanka, Vietnã, Fiji, Vanuatu e Kiribati.

“O projeto propõe um método inovador capaz de reduzir a transmissão dos vírus da dengue, zika e chikungunya por meio da liberação de mosquitos Aedes aegypti com a bactéria Wolbachia, promovendo uma substituição gradual da população de mosquitos em uma determinada área. Antes da liberação de mosquitos, a equipe de Engajamento e Comunicação do projeto vai a campo para interagir com a comunidade em busca da conscientização a respeito da importância da metodologia e da parceria com a população”, diz a fundação.

As informações da Fiocruz indicam que o programa teve início em 2014, por meio de um projeto realizado em Tubiacanga, na Ilha do Governador, e Jurujuba, em Niterói. No final de 2016, ação foi expandida e agora está presente em 27 bairros de Niterói e em dez bairros da Ilha do Governador.

No Brasil, o projeto é apoiado pelo Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis (Devit/SVS) e pelo Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (Decit/SCTIE), ambos do Ministério da Saúde, com contrapartida da Fiocruz.

Já o financiamento internacional inclui verba da Fundação Bill & Melinda Gates, via Universidade Monash (Austrália) e Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos.

 
Fonte: Kleber Sampaio
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