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DESTAQUES DO LEM NEWS

Um grupo relaxou em uma piscina de cerveja durante uma competição de sauna no domingo (22) em Otepää, na Estônia. Segundo os organizadores, cerca de mil competidores tentaram participar do maior número de saunas em uma maratona de seis horas.

Fonte: G1

Para não comparecer em uma audiência em um tribunal de Ecaterimburgo, na Rússia, um homem de 31 anos se escondeu dentro da geladeira.

Eduard Bulgakov era acusado de roubo. Após ele não comparecer na audiência, um juiz emitiu um mandado de prisão contra ele, e agentes foram até sua casa para prendê-lo.

Quando os policiais chegaram à casa do acusado, sua mãe alegou que não sabia onde ele estava. Os agentes decidiram esperar do lado de fora caso ele aparecesse.

No entanto os policiais ficaram intrigados quando um entregador deixou duas pizzas grandes no apartamento. Então, eles resolveram fazer uma segunda checagem.

Os policiais acabaram descobrindo que Bulgakov estava escondido na geladeira.

Fonte: G1

Emmanuel só descobriu que estava na cidade errada quando entrou dentro do táxi em Goiânia, no dia 14 de fevereiro, e mostrou o endereço de uma universidade na Guiana Francesa. “Então, ele [taxista] me mostrou no mapa onde eu estava: Goiânia. E eu disse: Estou perdido”, relata o professor.

A agência de turismo que vendeu a passagem de São Paulo a Goiânia, a Visão Turismo, informou, em nota, que opera há oito anos no Aeroporto Internacional de Guarulhos e que todos os funcionários falam inglês. A empresa afirma que o cliente pediu a passagem para Goiânia e não à Guiana Francesa.

Sonho de ser médico
O africano deixou a família em busca do sonho de ser médico. De acordo com o professor, ele economizou por dois anos para viajar de Gana à Guiana Francesa, onde ganhou uma bolsa de estudos para cursar medicina.

Como gastou parte do dinheiro para comprar a passagem errada, Emmanuel não tem a quantia suficiente para viajar ao país vizinho. Ele possui apenas R$ 37 e US$ 37.

O africano só não está na rua devido à ajuda de funcionários e passageiros do Aeroporto Santa Genoveva, que custearam a estadia em um hotel simples da capital por alguns dias. Depois, a dona de casa Lourdes Ricardo soube da história e ofereceu um quarto em sua residência para que o professor se hospedasse. “Tem espaço na minha casa, tem um quartinho desocupado, então eu trouxe ele pra cá, até ver como é que fica”, diz Lourdes.A dona de casa iniciou uma campanha para ajudar Emmanuel a seguir viagem. “Eu queria que as pessoas colaborassem também doando dinheiro. Se alguma agência de viagem puder dar uma passagem também, ele ia ficar muito grato”, pede Lourdes.

Fonte: G1

O trompetista de jazz Clark Terry, que em sete décadas de carreira como líder e componente de 'big bands', marcou seu nome na era de ouro do jazz no século XX, faleceu aos 94 anos, anunciou sua esposa neste domingo (22).

"Nosso amado Clark Terry juntou-se à 'big band' do céu, onde ele ficará cantando e tocando com os anjos", escreveu sua esposa, Gwen, na página do músico no Facebook.

"Ele nos deixou pacificamente, cercado de sua família, alunos e amigos", acrescentou.

Terry, que foi homenageado em 2010 com um Grammy honorário pelo conjunto de sua obra, ficou mais conhecido do público em geral como solista da banda do programa "The Tonight Show" da NBC, apresentado por Jimmy Fallon.

Mas ele também tocou com vários dos grandes nomes do jazz e se desenvolveu em um período de efervescência musical.

Nascido em Saint Louis, no Missouri, em 1920, ele começou a tocar em clubes no começo dos anos 1940, e depois com bandas da Marinha americana durante a Segunda Guerra Mundial.

Depois da guerra, ele tocou nas orquestras de Count Basie e Duke Ellington, e fez integrou a banda que executou a trilha de Ellington para o filme "Anatomia de um crime", de Otto Preminger, em 1959.

Terry tocou com grandes nomes do jazz, como Billie Holiday, Ella Fitzgerald, Dinah Washington, Stan Getz, Thelonious Monk, Billy Strayhorn, Louis Armstrong, Yusef Lateef, Dizzy Gillespie, entre outros.

Ele foi um mentor para o líder de "big band", o compositor e arranjador Quincy Jones, e de outra lenda da música, o trompetista Miles Davis.

A partir dos anos 1970, Terry viajou em turnê com Oscar Peterson e sua própria banda, a Big B-A-D.

Considerado um mestre do jazz pela National Endowment for the Arts, uma agência federal independente de financiamento cultural, ele viajou em turnê pelo Oriente Médio e pela África como embaixador cultural do Departamento de Estado americano.

Em 2011, ele publicou sua autobiografia, intitulada, simplesmente, "Clark¨

 
Fonte: G1

O americano Matt Stonie estabeleceu um novo recorde mundial durante uma competição de comer bacon em Daytona Beach, no estado da Flórida (EUA).

Segundo os organizadores, Stonie devorou 182 fatias de bacon em apenas cinco minutos. No total, o Stonie comeu 2,72 quilos de bacon cozido.

Fonte: G1

Pai e filho foram baleados no início da tarde deste domingo, 22, na Avenida Castelo Branco, bairro Santa Luzia, na cidade de Barreiras, Oeste da Bahia. As vítimas estavam em um Vectra de cor preta, placa NGI 7750 de Anápolis/GO, quando foram perseguidas por outros dois homens em um Fiat/Uno de dados ignorados, que efetuaram vários tiros de pistolas. O portador de doença mental identificado por Joel Lima da Silva, de 21 anos morreu no local do crime, dentro da ambulância do SAMU.A polícia já possui o apelido de um dos suspeitos, mas prefere manter em sigilo. As balas provavelmente de ponto-40 atingiram o vidro lateral do veículo que seguia no sentido Vila Nova/Centro

O médico Túlio de Pinho informou que procedimentos de reanimação foram adotados na tentativa de salvar a vida do rapaz, porém sem sucesso. O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal, onde passará por necropsia e vai aguardar identificação oficial e liberação.

Condutor do Vectra, o vendedor Josemir da Silva Vitorino, de 37 anos, conhecido por Jó ficou gravemente ferido e foi levado em um carro popular para o Hospital do Oeste. Ele supostamente era o alvo principal dos criminosos.
Um irmão de Jó, o auxiliar de serviços gerais Joenir Silva Vitorino acredita que seu sobrinho (Miel) tenha morrido apenas por estar no local na hora errada. “Ele tinha problemas mentais e não fazia mal a ninguém”, observou.

Com o Vectra no meio da pista, viaturas e ambulância do SAMU, o trânsito ficou interdito por mais de uma hora na Castelo Branco. Policiais militares da ROCAM e 1ª Cia isolaram a área até a chegada do delegado Alírio Oliveira e equipe do DPT.

A polícia esclareceu que as vítimas nasceram em Barra/BA,todavia têm como endereço a Rua Raposo Tavares no bairro Santa Luzia.

Fonte: InformeLEM

O pedreiro Eliezer Carmo de Oliveira, de 39 anos, se apresentou na tarde deste domingo, 22, acompanhado do advogado Claudionor Machado, e da arma utilizada na morte do verdureiro Antonio Alves da Luz, de 76 anos, morto na noite da sexta-feira, 20, na porta de casa, na Rua Jacobina, no bairro Santa Cruz, na cidade de LEM.

Eliezer confessou ter matado Antonio. Ele contou que um desentendimento dele com um filho da vítima acabou desencadeando o homicídio.

"Houve uma desavença entre Eliezer e o filho do seu Antonio, por motivo passional. Seu Antonio tomou as dores do filho e teria passado a ameaçar Elizeu. Na noite do crime, eles voltaram a se desentender. Durante a discussão, seu Antonio se levantou e botou as mãos no bolso. Talvez pensando que seu Antonio estivesse armado, Elizeu sacou sua arma e atirou nele”, revelou Claudionor.

Após o crime, o pedreiro passou em casa, pegou uma moto e fugiu para a zona rural, onde ficou até a tarde deste domingo.

Eliezer, por não ter sido preso em flagrante, por ser réu primário, e ter se apresentado, irá responder pelo crime em liberdade. 

Amigos - O advogado Claudionor Machado revelou ainda que o seu cliente era vizinho da vítima e amigos próximos. "Eliezer foi quem construiu a casa do seu Antonio. Ele cobrava uma diária sim a outra não. Eles eram bem amigos. A situação mudou após a desavença entre Eliezer e o filho do seu Antonio. Infelizmente uma situação que poderia ter sido resolvida de uma forma diferente, terminou em morte", disse o advogado

Fonte: Sigi Vilares

Os irmãos Maria Daise, de 48 anos, e José Messias, de 55 anos, dizem que todos os dias, quando acordam, comemoram a vida. Eles foram diagnosticados com osteogênese imperfeita, doença conhecida como "ossos de vidro", que provoca a fragilidade da estrutura óssea do corpo, facilitando a ocorrência de fraturas. Os irmãos dizem que foram desacreditados pelos médicos, mas estão há mais de quatro décadas vivendo o que eles chamam de "cotidiano normal", apesar de algumas limitações. O ortopedista José Maria Picanço, médico que atende a família, diz que o grau da doença nos irmãos é considerado de "primeiro nível", que possibilita o fortalecimento dos ossos a partir da adolescência

Maria e José contam que quando foram diagnosticados com a doença, nos primeirosanos de vida, havia a previsão de que ambos viveriam somente até completarem 15 anos. Segundo eles, à época, não havia pesquisas sobre a osteogênese imperfeita.

“Quero viver mais 50 anos porque a fase de ficar me quebrando já passou”, brincou José Messias, o primeiro a receber o diagnóstico da doença. “Tenho fé em Deus, tenho fé na vida”, completou, parafraseando ‘Tente outra vez’, de Raul Seixas, um de seus ídolos.

A mãe dos irmãos, Oliete Xavier, de 70 anos, lembra que a primeira fratura no filho mais velho aconteceu em um momento inimaginável. “Ele estava sentado, brincando sozinho, quando foi se afastar para um lado e se quebrou. Levamos ao médico e soubemos da fratura na perna”, recorda.

Segundo ela, após a primeira fratura, outras foram ocorrendo. O gesso em pernas e braços passaram a ser frequentes em José. “Não me quebrei mais porque vivia engessado”, disse José.

O primeiro desafio da família foi a busca pela descoberta da doença. Somente depois de uma série de exames e consultas, o caso foi diagnosticado como “ossos de vidro”, por médicos em Belém, no Pará. Após o diagnóstico os cuidados foram redobrados, mas a infância foi considerada normal, pela mãe. Brincadeiras com bola, pipas e petecas fizeram parte do início da vida de José Messias. “A dica era não me bater em algo”, diz.

Aos 13 anos, José Messias ganhou uma irmã, Maria Daise. Até completar o primeiro ano, a menina não sofreu nenhuma fratura, o que deixou os pais despreocupados, à época. Quando estava aprendendo a andar, porém, veio o primeiro susto. Maria Daise sofreu uma fratura na perna e foi levada para o hospital.

Para a surpresa do casal, a filha também foi diagnosticada com osteogênese imperfeita. A família então passou a redobrar os cuidados com os filhos.

“Logo desconfiei porque o José tinha a doença”, afirmou o aposentado Manoel Antônio, de 84 anos, pai do casal de irmãos.

Desafios
A doença, segundo a família, não foi classificada como dificuldade, mas como “desafio”. Um dia sem quebrar um membro no corpo era considerado uma vitória, pela fragilidade dos ossos enquanto os irmãos eram crianças. Irmãos de uma geração de 11 filhos do casal amapaense, os demais membros não chegaram a ser diagnosticados com "ossos de vidro" por não variação genética apesar de a doença ser hereditária.

Os principais desafios enfrentados pela família foram na escola, segundo Maria Daise, que somente conseguiu concluir o ensino médio quando completou a maioridade. Segundo ela, as fraturas prejudicavam nas aulas. “Perdia muita coisa no colégio com os braços e pernas quebrados, o que me atrasou bastante”, lamenta.

José recorda que as fraturas aconteciam também na escola. Às vezes, até antes de uma prova. “Quebrei um braço quando fui afastar uma mesa. Pareceu até desculpa, à época, mas não foi”, disse, entre sorrisos.

Mesmo com a doença, os irmãos buscavam ter uma vida normal. Ambos costumavam brincar na rua com amigos. Atualmente a principal atividade de Maria Daise é a costura, e a de José Messias, a música.

Segundo eles, o único desafio não superado pelos irmãos foi o preconceito no mercado de trabalho. Ambos dizem que não exercem nenhuma profissão por causa da doença. Apesar de pequenas deformidades nas pernas por causa da osteogênese, os irmãos conseguem andar com o auxílio de cadeira de rodas e muletas.

Medicina
A osteogênese imperfeita ainda é um mistério para a medicina e não tem um tratamento específico para a cura. O ortopedista José Maria disse que o caso dos irmãos é considerado o nível deprimeiro grau da doença. “Quando eles adquiriram a puberdade, tiveram o fortalecimento dos ossos por causa dos hormônios. Então, a partir disso, houve mais rigidez ortopédica”, afirmou.

O especialista, no entanto, diz que a chance de irmãos nascerem com a mesma doença é de 30%. “É algo hereditário, com variação no DNA. Não tem uma causa para a doença, e sim fator genético”, disse o médico.

Outro caso
Amapá teve outro caso de "ossos de vidro", mas com destino diferente. O bebê Pedro Henrique Sanches, que foi diagnosticado com osteogênese imperfeita, morreu em 24 de outubro de 2014, na Unidade Pediátrica do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), no Rio Janeiro, onde estava internado desde o dia 5 de setembro. A mãe do menino, Rayana Sanches, de 14 anos, estava ao lado do filho quando ele teve uma parada cardíaca que o levou à morte, segundo a adolescente. O garoto nasceu no dia 10 de junho em Macapá, e estava com traumas na clavícula, tórax e no crânio.

Fonte: G1

O ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, pediu durante reunião do governante Partido dos Trabalhadores que seu Exército fique "completamente preparado" para a guerra, informou nesta segunda-feira (23) a agência estatal "KCNA".

O jovem ditador discursou na primeira reunião em dez meses da Comissão Militar Central do partido único. Ele afirmou que a situação de segurança é "mais grave do que nunca", tanto na Coreia do Norte como no exterior, segundo a agência do regime.

Kim exigiu do Exército lealdade a ele e ao Partido e "pediu para estar completamente preparado para reagir a qualquer forma de guerra criada pelo inimigo", ao que se referiu como "os imperialistas dos EUA".

Além disso, o dirigente destacou que o Exército Popular, um dos maiores do mundo com aproximadamente 1,1 milhão de soldados, reforçou sua capacidade de combate no ano passado e o fará ainda mais em 2015 graças à 'reorganização' e 'simplificação' de sua estrutura.

A KCNA não revelou em detalhe os temas tratados na reunião da Comissão Militar Central do Partido, uma importante reunião que se acredita tenha acontecido este fim de semana e na qual o 'líder supremo' e altos cargos do regime poderiam ter tomado decisões importantes em política de defesa.

Fonte: G1

Cinco pessoas morreram, entre elas um bebê de 4 meses, e um ficou ferido, após um acidente de carro no km 552 da BR-101, entre as cidades de São José da Vitória e Arataca, no sul da Bahia, no início da tarde deste domingo (22). De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o veículo invadiu a pista contrária, bateu em uma árvore e capotou.

Segundo a polícia, as vítimas saíram de Teixeira de Freitas para reconhecer o corpo de um parente no Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Itabuna, que teria sido assassinado no sábado (21), no município de Itajuípe. A criança que está entre as vítimas do acidente não estava no 'bebê conforto' e foi lançada a cinco metros de distância de onde o carro parou.

Dois corpos já foram identificados pela polícia. O bebê de quatro meses, com iniciais A.G.S.F, e José Altino Marcílio Santos, de 56 anos, que viajava no banco do carona. O motorista do carro sobreviveu ao acidente e foi socorrido para o Hospital de Base de Itabuna.

Não há informações sobre o parentesco entre os passageiros, nem sobre o estado de saúde do condutor do veículo. Os cinco corpos foram encaminhados para o DPT de Itabuna.

Fonte: G1

 

Um corpo foi encontrado carbonizado dentro do porta-malas de um carro na Mooca, na Zona Leste de São Paulo, na noite de domingo (22). O homem estava com as mãos e os pés amarrados. Até a manhã desta segunda-feira (23), ele não havia sido identificado.
 
Pouco antes de 22h30, os bombeiros foram chamados para conter as chamas em um carro na Rua Antônio José Loureiro, que é uma via residencial da Mooca. Eles levaram cerca de 10 minutos para conter as chamas. A traseira do veículo ficou completamente destruída.

A Polícia Militar apurou que o veículo está no nome de um homem que informou ter vendido o carro há cerca de um ano.

O caso será investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Fonte: G1

O ex-baixista da banda Legião Urbana Renato Rocha, encontrado morto na manhã do último domingo (22), dentro do quarto de umhotel, em Guarujá, no litoral de São Paulo, fazia uso de pelo menos três remédios contra depressão, sendo que um deles também é recomendado para o tratamento de hipertensão. A data do velório e enterro do músico ainda não foram definidas, já que corpo ainda não foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML).

A expectativa é de que familiares de Renato, que moram no Rio de Janeiro e em Brasília cheguem a cidade na manhã desta segunda-feira (23) para dar continuidade aos processos burocráticos. De acordo com o Instituto Médico Legal da cidade, Renato morreu em decorrência de uma parada cardíaca. Os exames preliminares não foram capazes de apontar um excesso de medicamento no corpo do ex-baixista.

Em relato à polícia, uma amiga da vítima e governanta, que acompanhava o músico no mesmo hotel no litoral de São Paulo, disse que Renato Rocha tomava remédios antidepressivos. Entre os medicamentos citados por ela estão pamergan, carbamazepina e captopril. Segundo médicos ouvidos pelo G1, os remédios são utilizados para depressão e pressão alta e, dependendo da dose, podem levar a uma parada respiratória por intoxicação.

No quarto do hotel onde o músico foi encontrado caído e morto atrás da porta, a polícia não encontrou nenhum tipo de marca de violência no corpo ou sinais de uso de drogas. "Segundo a amiga que acompanhava ele, o Renato podia sair aos fins de semana da clínica e, por isso, estava em Guarujá. Ele estava hospedado há três dias no local. Foi essa amiga que deu a falta dele e que encontrou o corpo. Ela não estava no mesmo quarto do Renato na hora da morte. Os policiais tiveram que usar uma escada para conseguir chegar a janela do quarto e encontraram o corpo do músico já sem vida", explicou o delegado Caio Azevedo Menezes, do DP Sede de Guarujá.

Fonte: G1
22
Fev/15

Lo Magalhes

Fonte: Publicidade
22
Fev/15

Principal Motos

Fonte: Lem News

A Chevrolet já disponibiliza em seu site oficial os novos preços para alguns modelos de sua linha 2015 no Brasil. A montadora baixou os valores de vários carros, sendo que a redução mais expressiva foi a da picape S10 com cabine dupla. Nas versões com motor 2.4 e 2.5, a diminuição chega a R$ 6 mil - agora o modelo parte de R$ 77.130.

Outra redução significativa envolve o utilitário esportivo Captiva, agora R$ 5 mil mais barato, saindo por R$ 101.696. O Cruze baixou R$ 5 mil na carroceria sedã (versão LTZ, R$ 84.100) e R$ 3,5 mil na hatch Sport.6 (versão LT, R$ 68.360). Descontos menores são registrados pelo Onix 1.0 LS (R$ 900, para R$ 38.290) e Prisma 1.4 LTZ (R$ 900, para R$ 57.760).

Fonte: Quatro Rodas

Fonte: Lem News

Denúncia levou a Polícia Rodoviária Federal a apreender um boi, que era transportado no porta-malas de um carro de passeio. O flagrante aconteceu no quilômetro 340 da rodovia federal BR-386, em Lajeado (Rio Grande do Sul). O animal estava num veículo com placas de Caxias do Sul.
 
Conforme o Midiamax, os agentes notaram que o veículo estava se mexendo, mesmo com o motor desligado e, ao abrir o porta-malas, encontraram um boi de pequeno porte. O motorista disse aos agentes que estava levando o animal para Lajeado, onde passaria por engorda.
 
Como o motorista não apresentava documentação sobre a origem do animal, o boi ficou à disposição da policia ambiental. O motorista do veículo foi atuado por transporte irregular.
 
Fonte: Dourados Agora

Bodas de prata são 25 anos de casados. De ouro, 50 anos. E bodas de brilhante? Foi isso o que a repórter Helen Martins, junto com o repórter cinematográfico Francisco Maffezoli Jr., foi descobrir.

Com a história dos Heck, uma família de agricultores de Santa Catarina, é possível lembrar um pouco do pioneirismo dos imigrantes alemães no Sul do Brasil.

Qual é a história que se esconde no preto e branco de uma foto antiga? Uma história de amor. O noivo com 24 anos e a noiva com 17, um casamento que já dura 75 anos. Dona Hilda hoje tem 92 anos e seu Aloísio Heck 99.

Os dois são de Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul. Lá se conheceram, namoraram e casaram. Eles chegaram à Tunápolis , em Santa Catarina, porque Aloísio acabou fisgado por uma propaganda. “Fazia propaganda que era igual Adão e Eva no paraíso. Assim bonito era aqui”, conta ele.

O paraíso anunciado ficava no que hoje é Tunápolis, em Santa Catarina. As terras tinham sido compradas e loteadas por uma empresa colonizadora. Mário Bieger é um dos primeiros moradores da região e explica os critérios usados pela empresa na hora de vender as terras.

“Aqui tinha que ser de origem alemã e católico. Essas eram as exigências. Quem não era não recebia terra, era uma exigência da Sociedade União Popular. Se não fosse alemão e católico não comprava terra. Hoje daria o maior problema”, conta.

Mas, na época, não deu. A cidade prosperou como mostram as fotos em um pequeno museu.
A chapa usada para assar as hóstias e as fotos da primeira missa são provas da religiosidade dos moradores. Alguns objetos, como o estribo e o freio foram doação de Hilda e Aloísio.

Aloísio chegou em uma carroça na região para abrir as primeiras roças na terra recém-comprada. Na época, ela era puxada por burros e, de Santa Cruz (RS) até Tunápolis (SC), rodou cerca de 600 quilômetros. “Era longe, de carroça. Levamos uns 14 , 15 dias para chegar aqui. Eu e meu irmão de carroça”, lembra.

Quem guardou a carroça com carinho é um dos filhos do casal, o Pedro, de 65 anos. “Com essa carroça, nós íamos para igreja. Até no hospital era levado com aquela  carroça, só que era de burro, daí. A mãe, várias vezes, quando estava grávida para ganhar nenê, era em cima da carroça que ia pro hospital também”, recorda Pedro Heck.

Imagine a viagem no saculejo da carroça. Mas Aloísio veio, tomou posse da terra, plantou sua roça e voltou no mesmo saculejo para o Rio Grande do Sul. Desta vez, para buscar a família. Vieram de caminhão, família e mudança, animais, inclusive.

A família estava quase chegando, quando o caminhão atolou. Aloísio decidiu ficar com as coisas enquanto Hilda e nove filhos, com idades entre cinco meses e 11 anos, seguiram pela estrada. Eles levaram só uma vaca para garantir o leite das crianças e caminharam quase oito quilômetros até encontrar o sítio. “Eu com nove crianças no meio do mato, isso não foi fácil. E os dois mais pequenos ainda tinha de carregar nas costas”, conta Hilda.

Elíbio, outro filho do casal, que tinha cinco anos na época da chegada, conta como foi esta caminhada rumo à um sítio ainda desconhecido. “Meu pai explicou: tem que andar, tem que andar até encontrar um bueiro de coqueiro, uma primeira entrada a direita, era ali que nós íamos. Essa era a referência. E já estava escurecendo, a mãe tinha medo que um tigre aparecesse, mas nós, como éramos pequenos, não tínhamos noção do perigo do que podia acontecer. Então nós fomos e, de repente, nós achamos esse lugar ali”.

Com os anos, a família cresceu ainda mais. O casal teve 16 filhos: Elíbio, Pedro, Lúcia, Francisco, Vilibaldo, Aloísio, Felipe, Lourdes, Afonso, Vunibaldo, Normilda (a irmã mais velha) e Regina (a irmã mais nova). Tem ainda a neta Solange, criada como filha.

Quando todos se reúnem é uma trabalheira na cozinha. Lourdes prepara o pão de milho, receita que aprendeu com a mãe. Vai pro forno a lenha, junto com a batata doce e quando sai é garantia de sucesso.

Na chapa antiga, Luís prepara o waffle ou váfel, como dizem lá. Primeiro a gordura, passada com uma boneca de palha de milho, e depois, a massa. Na frigideira, ovo mexido com bacon e a mesa do café da manhã vai ficando cheia de delícias, como as frutas e a tradicional cuca. Lourdes corta o pão com habilidade e as fatias ficam todas iguaizinhas. “Diziam que, se as fatias fossem iguais, a gente podia casar”, conta Lourdes.

E a família se senta a mesa pro café, como antigamente. Primeiro, o Pai Nosso é rezado em alemão e, depois sim, a comilança. “Era sempre essa fartura. Não faltava nada na mesa. Só a cuca não tinha sempre, mas o resto, sim. Natal e Páscoa, aí tinha cuca e bolacha pintada”, conta dona Hilda.

O papo na mesa mistura português e alemão. Esta é uma família unida, mas sentar todos juntos hoje em dia não é tão comum. 

“Faz anos que todos os irmãos não sentam juntos com o pai na mesa. É uma grande emoção. Antes não podia levantar porque tinha a reza, depois da refeição, sempre tinha reza. Ninguém podia sair antes de ter feito a reza e se saísse, tinha que voltar”, lembra emocionada a agricultora Lourdes Heck.

Solange não viveu essa época. Ela é filha do José, já falecido. Ele se mudou para o Pará quando Solange tinha apenas seis meses, levando a mulher e uma outra filha um pouco mais velha.

“Ela mora bem longe, conheço pelo nome só, não conheço a cara. Acho que faz uns 36 anos que não a vejo”, conta a agricultora Solange Heck.

Solange deve ser a herdeira do sítio do casal. E não foi só ela que Aloísio conseguiu manter por perto, não.

Na segunda parte da reportagem, veja a estratégia que ele usou para segurar os filhos no campo e os preparativos para a festa das bodas de brilhante, com uma surpresa que emocionou todomundo.

Fonte: G-1
22
Fev/15

MISS LEM 2015

Fonte: Lem News

A Polícia Militar informou na noite deste sábado (21) ter localizado em uma maternidade de Belo Horizonte a médica Myriam Priscilla Rezende de Castro, que havia sido considerada foragida pela Suapi-MG (Subsecretaria de Administração Prisional do Estado de Minas Gerais).

Segundo a polícia, uma denúncia anônima levou os policiais até a maternidade Octaviano Neves, localizada no bairro Santa Efigênia, na região leste da capital mineira.

Ela foi condenada a seis anos de prisão em regime semiaberto por ter mandado cortar o pênis do ex-noivo. A médica foi considerada foragida após sair para trabalhar, no dia 28 de janeiro deste ano, e não ter retornado ao complexo penitenciário Estevão Pinto, onde cumpria pena desde abril do ano passado.

Ainda conforme o boletim de ocorrência, assim que identificaram a médica, os policiais montaram uma escolta na unidade hospitalar e o caso deverá ser repassado para a Polícia Civil. A Suapi também será informada sobre a localização de Myriam Castro.

O órgão havia emitido uma nota nesta sexta-feira (20) na qual informou que o nome da médica havia sido lançado no Infopen (Sistema de Informações Penitenciárias) e, diante disso, ela poderia "ser presa a qualquer momento pela polícia".

Advogado nega fuga e alega gravidez

O advogado Giovanni Toledo, defensor da médica, classificou a emissão da nota da Suapi de "irresponsável". "A Suapi soltou essa nota de maneira totalmente equivocada e irresponsável. A Miryam estava com direito ao trabalho, saiu de manhã, no dia 28, e passou mal. Ela está grávida de gêmeos, uma gravidez de alto risco", afirmou o defensor.

Ainda segundo ele, no dia 28, à tarde, ele disse ter ido comunicar a internação da cliente ao juiz do caso. "No dia 29, o juiz deu um despacho no qual ele manda oficiar a penitenciária sobre a internação dela e retirar a nota de fuga. Aí, vem a secretaria e solta uma nota irresponsável dessa forma", declarou.

Ainda conforme Toledo, a médica está com pressão alta, anemia grave e dilatação precoce do útero.

Relembre o caso

O crime contra o ex-noivo ocorreu em Juiz de Fora (278 km de Belo Horizonte), em 2002. A médica foi condenada em abril de 2009, mas não foi presa imediatamente em razão dos diversos recursos impetrados pelos seus advogados.

Ela só foi presa em abril do ano passado, em Pirassununga (211 km de São Paulo), após expedição de mandado da prisão pela Justiça.

De acordo com o processo, à época do rompimento do casamento, a médica teria se revoltado contra o homem e passado a ameaçá-lo. Ele teve sua casa e um automóvel incendiados.

Em seguida, ainda de acordo com o processo, Myriam, com a ajuda do pai, teria contratado dois homens para mutilar o ex-noivo.

Por causa de um AVC (Acidente Vascular Cerebral) durante o julgamento, o pai cumpre pena em regime domiciliar.

Segundo o Ministério Público, no dia do crime, a vítima foi dominada por dois homens dentro do apartamento onde morava. Conforme a denúncia, os autores da agressão se passaram por técnicos de uma empresa de telefonia. O irmão da vítima também foi agredido.

O MP disse que os dois foram dominados, amarrados e ainda teriam sido obrigados a cheirar éter. Parte do pênis da vítima foi cortada e levada como prova da execução do serviço. Um dos executores está preso.

"Os executores usaram uma faca para cortar o pênis do rapaz e fizeram questão de dizer que estavam agindo a mando da ex-noiva e do pai dela na ocasião", informou a Polícia Civil de Minas Gerais à época da prisão da médica. A vítima sobreviveu e vive anonimamente.

Fonte: Uol
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