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DESTAQUES DO LEM NEWS


A mulher caída ao chão


A moto que atropelou a mulher

A senhora Rufina Fachins foi atropelada por uma moto na manhã desta quarta-feira, 25, no cruzamento das ruas Pará e Cleriston Andrade, no centro de LEM.

O condutor da moto contou na delegacia de polícia que foi surpreendido pela mulher que atravessava a rua sem a devida atenção.
Dona Rufina foi socorrida pelo SAMU para a UPA com um ferimento na cabeça.

Fonte: SigiVilares

Fonte: LemNews
25
Fev/15

Mercado Ki Preos

Fonte: LemNews

Nailton e a moto roubada

Nailton Gomes de Oliveira, o ‘Bode Zé, foi preso no início da tarde quarta-feira, 25, por policiais militares de Formosa do Rio Preto, de posse de uma moto roubada em Brasília.

Ele foi conduzido para a delegacia de polícia de Formosa onde foi autuado em flagrante por receptação.

A PM de Formosa do Rio Preto tem feito várias rondas de rotina na cidade, visando tirar das ruas veículos em condições irregulares e com restrições de furto e roubo

Fonte: SigiVilares
25
Fev/15

MCA Auto Center

Fonte: LemNews

Fonte: LemNews

 

Fonte: Lemnews/Nelson teixeira
25
Fev/15

Serto Festival

 

Fonte: Lemnews/Nelson teixeira

Fonte: Lem News

A mulher do empresário Eike Batista, Flávia Sampaio, usou sua conta no Instagram para questionar a postura do juiz Flávio Roberto de Souza, flagrado dirigindo o Porsche Cayenne do fundador do grupo EBX nesta terça-feira (24). 

Flávia, que é advogada, postou uma foto de outro carro de Eike, uma Toyota Hilux, que também foi levada para a garagem de Flávio Roberto, com o seguinte texto: "E não é que o outro carro também está bem guardadinho na garagem do Juiz? Muito obrigada, V. Excelencia, por tanto apreço!". Ela ainda acrescentou os hashtags #agradecimento #juizpreocupado #zeloso #quantoamor".

Em outro post, ela colocou uma foto do piano apreendido pela PF. "Sera pelo mesmo zelo que quiseram tanto tirar um piano de casa (foram 3 x na casa para montar a engenharia de retirada) e levar para.., o mesmo endereco onde estao os carros??! #equipezelosa #agradecimento #quantoamor

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro (OAB-RJ), Felipe Santa Cruz, anunciou nesta terça-feira (24) que vai pedir ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) o afastamento do juiz Flávio Roberto de Souza do cargo até que sejam apuradas as circunstâncias que o levaram a dirigir o Porsche Cayenne do empresário Eike Batista, apreendido pela Polícia Federal. O flagrante foi divulgado pelo jornal Extra. O advogado espera que o CNJ puna o juiz por sua conduta.

O juiz da 3ª Vara Criminal Federal do Rio conduz a ação em que o empresário é acusado de crimes financeiros e teve bens apreendidos em sua casa e na casa de sua ex-mulher Luma de Oliveira. O magistrado pediu ao Detran que uma Toyota Hilux e o Porsche Cayenne fossem transferidos provisoriamente para a Justiça Federal. A corregedoria da Justiça Federal abriu sindicância para apurar o uso do carro pelo magistrado.

“Queremos o afastamento do cargo enquanto o caso é investigado, afinal, ele tem direito a defesa, mas pedimos uma punição. E é inviável que ele continue à frente do caso do empresário”, disse

O advogado disse que no início não acreditou que o juiz estivesse dirigindo o carroapreendido; depois, quando confirmou a informação, disse ter ficado estarrecido.

“Simplesmente o juiz que está conduzindo a investigação do maior drama financeiro já vivido no país, com grande impacto para milhares de famílias usa o carro que apreendeu. É tão estarrecedor que tem que cobrar do Judiciário uma iniciativa. Todo o sofrimento em torno desse drama acaba em galhofa com a atitude do juiz”, disse.

O advogado explicou que o Legislativo e Executivo são cobrados nas urnas, mas não o Judiciário.

“A falta de iniciativa para punir acaba criando juízes que se acham acima da lei. Estamos preparando uma peça e vamos pedir punição desse juiz ao CNJ. Mas ele devia ter a iniciativa de se afastar. O Judiciário tem que dar o exemplo”, declarou.

Felipe Santa Cruz explica ainda que caso o juiz seja punido, a maior punição que receberá será a aposentadoria com vencimentos integrais. Ele criticou a demora na elaboração de uma nova Lei da Magistratura para corrigir distorções.

“O Judiciário é o primeiro a entrar no regime de exceção e último a sair. Parece que o nosso Judiciário não saiu ainda da ditadura. Onde está a nova Lei de Magistratura? O Judiciário não dá início aos debates. A conduta desses juízes joga por terra a credibilidade”, afirmou.

Um ofício obtido pelo G1 mostra que o juiz Flávio Roberto de Souza pediu autorização ao Detran para que os dois carros que pertenciam ao empresário passassem a ser utilizados pela Justiça Federal e o Detran aceitou  a solicitação.

Ao G1, o procurador da República José Maria Panoeiro disse que a decisão de colocar os carros à disposição da Vara "não teve concordância do Ministério Público Federal".

O Porsche não consta na lista dos carros que iriam a leilão nesta quinta-feira (26), após uma série de apreensões na casa do empresário e de sua ex-mulher, no início do mês (veja FOTOS dos carros apreendidos). Nesta terça, o leilão foi suspenso pelo desembargador federal Messod Azulay, da Segunda Turma Especializada do TRF2.

G1 tentou contato com o magistrado, mas, segundo assessores, ele estava em uma reunião e não pôde atender. Ao site da Veja, o juiz disse que os carros de Eike estavam sendo levados de sua casa para o pátio da Justiça Federal.

Na hora de sair do condomínio onde mora na Barra da Tijuca, ainda de acordo com a versão do juiz à revista, o motorista da Vara Federal dirigiria o outro veículo, o Hilux, que precisou ser rebocado. Por conta do problema, Flávio teria se oferecido para dirigir o Porsche até o local.

Em entrevista exibida no Fantástico, no último domingo (22), o magistrado promoveu polêmicas ao criticar o empresário. “Por que ele não vendeu a Lamborghini e pagou dívidas? Os filhos dele continuam viajando para o exterior, hospedando-se em hotéis cuja diária chega a R$ 5 mil e, entretanto, não pagam, por exemplo, dívidas dos carros deles, não pagam as multas de trânsito, não pagam o IPVA dos veículos. Então, eles continuam numa ostentação que é totalmente incompatível a quem tem dívidas bilionárias”, disse.

Fonte: G1

Num bairro de San Mateo, na Califórnia, duas casas conjugadas se distinguem das vizinhas. Nelas, em vez dos tradicionais gramados das casas de subúrbio americano, há hortas e pomares que alimentam as dez famílias que ali vivem.

Nos fundos do complexo, flores e frutos atraem pássaros e abelhas, que se agrupam numa colmeia à beira de uma lagoa salobra. É inverno e as águas da lagoa estão baixas, como estão baixos os reservatórios da Califórnia após três anos de seca. Mas para Sanda Everette, fundadora da comunidade, os tempos são de abundância.

"Hoje posso passar o ano inteiro sem ter de comprar qualquer produto agrícola", diz a professora aposentada, rodeada por ameixeiras carregadas e pés de dezenas de variedades de verduras e legumes.

Faz quase vinte anos que Everette e seu marido, Brian, se instalaram ali, inspirados pelos ideais da Contracultura dos anos 1960. Queriam viver numa comunidade, trabalhar a terra, tomar decisões em conjunto. Rejeitavam o consumismo do Sonho Americano e temiam seus efeitos no equilíbrio ecológico do planeta.

Com o tempo, outras famílias que partilhavam dos valores foram chegando. A comunidade cresceu, e a Ecovila San Mateo, como acabou batizada, tornou-se um modelo para ambientalistas e moradores que buscavam um estilo de vida mais sustentável e natural nos arredores de San Francisco.

Quando a seca na Califórnia alertou os moradores sobre a necessidade de poupar água e reavivou um debate sobre os padrões de consumo dos americanos, Everette sentiu que tinha algo a compartilhar.

A começar por suas formas de economizar água no banheiro. "Nos anos 1970, tínhamos um ditado que dizia: se é amarelado, deixe acumulado; se é marrom, aperte o botão" ("If it's yellow, let it mellow; if it's brown, flush it down.") Seguimos essa regra até hoje."

Ela também diz pôr um balde no chuveiro enquanto espera a água esquentar, aproveitando o líquido acumulado para irrigar a horta.

Ali na ecovila, diz Everette, não se gasta água regando gramados, e cada gota despejada na horta vai parar no prato dos moradores. Até mesmo as plantas daninhas viram comida para as galinhas, e seu esterco é usado como adubo.

Além das vantagens para a saúde de ter produtos frescos o ano todo, ela diz que as práticas reduzem a dependência da casa por alimentos transportados por longas distâncias - poupando a emissão de combustíveis fósseis - ou oriundos do agronegócio - que, segundo Everette, "desperdiça muita água e usa muito agrotóxico".

Mas a tecnologia adotada pela casa que, segundo ela, pode fazer a diferença para a Califórnia e outras regiões sob secas severas é o sistema aquapônico instalado no quintal. O sistema consiste em dois tanques de água interligados, onde se criam peixes e se cultivam verduras. É uma estrutura circular: as plantas filtram a água para os peixes, e os dejetos dos peixes nutrem as verduras.

Como os tanques estão cobertos, diz Everette, há pouca evaporação e não é preciso adicionar água ao sistema. E assim a casa passou a contar também com uma fonte de proteína animal.

"Muitas pessoas estão despertando para a necessidade de mudar seus padrões de consumo", diz à BBC Brasil Kate Litfin, professora de ciência política da Universidade de Washington.

Litfin publicou no ano passado o livro Ecovilas: lições sobre formas de vida sustentáveis (sem lançamento previsto no Brasil), baseado no período que viveu em 14 comunidades em cinco continentes. Segundo a Rede Global de Ecovilas, ecovilas são comunidades tradicionais ou intencionais administradas coletivamente e que integram ecologia, economia e cultura para regenerar ambientes sociais e naturais.

Os lançamentos da obra na Califórnia foram especialmente concorridos, diz a professora. "Os eventos estavam transbordando de gente, e todos estavam muito interessados na minha experiência. Tenho certeza de que isso tinha a ver com a seca".

Litfin diz acreditar, porém, que o número de comunidades que se definem como ecovilas nos Estados Unidos não tem crescido - e não por falta de vontade, mas porque as terras no país são muito caras. Segundo a Companhia das Comunidades Intencionais, grupo que mapeia vários tipos de comunidades alternativas pelo mundo, há 205 unidades na Califórnia, muitas delas baseadas em princípios sustentáveis.

Ainda assim, a professora afirma que "embora não possamos construir novas ecovilas para todos, podemos e devemos integrar seus princípios às nossas vidas. E isso está acontecendo".

A 140 quilômetros de San Mateo, na rica cidade de Davis, galinhas ciscavam soltas enquanto três rapazes arrancavam ervas daninhas do quintal de casa. Eram cumprimentados por vizinhos que passavam em shorts e camisetas fluorescentes, exercitando-se no fim da tarde.

"É bem mais difícil plantar sua própria comida que comprá-la no supermercado, mas quero viver conforme os meus valores", diz David Abramson, um dos oito moradores da residência.

A casa é registrada como uma cooperativa e gerenciada por uma associação filantrópica, que aluga os quartos por preços abaixo do mercado. Para viver lá, deve-se ser estudante ou ter baixa renda, segundo os padrões locais.

Como na Ecovila San Mateo, os moradores ali dizem buscar reduzir ao máximo seu impacto no planeta. Segundo Abramson, quase toda a eletricidade da casa vem de painéis solares e, durante o verão, é comum eles receberem dinheiro da companhia fornecedora de energia elétrica por gerar mais energia do que consumir.

Com a seca, diz Abramson, os moradores têm buscado reduzir ainda mais seu consumo de água. Para irrigar a horta, recorrem apenas à água usada para lavar a louça, coletada num balde na pia (o detergente é biodegradável).

E passaram a evitar comprar alimentos cuja produção consuma muita água, como carne. Abramson conta que ali se consome proteína animal uma vez por mês, quando eles próprios matam as galinhas mais velhas do quintal.

Não é uma tarefa fácil, diz ele, já que as aves viraram quase animais de estimação. "Matá-las tem um custo emocional para nós, mas sinto que assim damos a importância devida a esse ato e não o banalizamos."

Individualismo
Para a professora Karen Litfin, o maior obstáculo para a disseminação de formas de vida mais sustentáveis nos Estados Unidos é o individualismo. "Muitas pessoas ainda querem ter seu próprio carro, seu espaço privado, isso está muito enraizado na psique do estilo de vida americano."

"A boa notícia", afirma ela, "é que os custos ambientais de permanecer nessa rota serão tão altos que o problema terá de ser enfrentado coletivamente, por governos e a sociedade como um todo."

"Vai chegar um momento em que esses padrões de vida terão de ser alterados, e não haverá escapatória."

Fonte: G1

MAINE — Pelo menos 14 pessoas ficaram feridas num acidente envolvendo mais de 40 carros numa estrada coberta por neve no estado do Maine, nos Estados Unidos. Dois pacientes estão em estado grave.

O engavetamento ocorreu em Etna, perto de Bangor, às 7h30m (hora local), e envolveu carros particulares, um ônibus escolar e um trator na Interestadual 95. O ônibus escolar carregava três passageiros. Nenhum deles ficou ferido.

Um centro médico em Maine informou que tinha recebido 11 pacientes no seu departamento de emergência por volta de 10h, todos eles em condições boas ou razoáveis.

Equipes de emergência tiveram de subir nos carros para chegarem aos motoristas presos no meio da massa caótica de veículos. O porta-voz da polícia estadual, Steve McCausland, disse que um guarda descreveu o local como uma “pilha gigante de metal”.

 

Fonte: G1

Uma modelo e fotógrafa de 33 anos, natural do Espírito Santo, morreu após cair  do 21º andar do prédio onde morava com o namorado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, segundo a família. O fato aconteceu na noite de sábado (21). O corpo de Lucilene Miranda foi enterrado na manhã desta quarta-feira (25) no cemitério de Santa Inês, em Vila Velha, na Grande Vitória. O G1 acionou a Polícia Civil fluminense, que, até as 14h25, não havia se manifestado.

Lucilene morava há 15 anos no Rio de Janeiro. Um dos irmãodela, Lizandro Miranda contou que acompanhou o início das investigações no Rio de Janeiro. Segundo ele, a polícia trabalha com várias hipóteses para a morte, mas a família não acredita em suicídio. “Ela era muito ativa, viajava muito, ia até fechar um evento por esse dias, tinha planos.  De repente acontece isso, a gente não consegue acreditar.Ainda não está muito claro nem para a polícia”, disse.

O fotógrafo Rodolfo Rocha, namorado de Lucilene, que morava há cerca de três meses com a modelo, contou ao Gazeta Online que estava na área de lazer do prédio no momento do acidente. "Quando eu subi, vi o corpo dela lá embaixo", contou, em prantos, o fotógrafo.

Rodolfo também disse não acreditar em suicídio. "Estamos todos muito abalados. Ela era uma pessoa muito alegre, sempre contente, do bem mesmo. Não temos porque acreditar em suicídio", disse, emocionado.

Fonte: G1

Fonte: Publicidade

Uma onça da espécie sussuarana apareceu na zona urbana de Cariri do Tocantins, sul do estado, e assustou os moradores, nesta terça-feira (24). O animal adulto, pulou muros e invadiu algumas casas. O felino se escondeu na residência de um idoso que fica no centro da cidade.

Segundo a Polícia Militar, por causa do medo, muitos moradores trancaram as portas e esperaram o animal ser resgatado. A população acionou a guarda ambiental, que conseguiu capturar a onça. Ela passou por exames e foi solta em uma mata, no município.

Fonte: G1

Moradores na zona rural de Santo Estevão, na  região de Feira de Santana, estão com falta de água desde o ano passado, mas as contas continuam chegando às casas dos moradores. Em uma delas, o valor subiu de R$ 20,90 para R$ 14,423 mil.

A situação ocorre com Maria de Jesus na conta em janeiro deste ano. Na casa dela, onde moram quatro pessoas, não sai água das torneiras. "É muito alto e não tenho condições de pagar", afirma a aposentada. A plantação da casa foi prejudicada. Antes, ela regava os pés de fruta duas vezes ao dia e hoje vê os pés morrendo. "Não estou molhando mais", relata.

Pelo menos 500 famílias que moram nos povoados do Dique, Cabeça da Vaca, Poço Escuro, Caboclo e Várzea Nova, localizados na zona rural de Santo Estevão, passam pelo problema. Indignado com a situação, um comerciante organizou um protesto. Ele e mais 85 moradores dizem que não vão mais pagar a conta de água. O caso foi parar na Justiça, mas, até agora, nada foi feito. "Que eles tomem providência e procurem melhorar a situação da gente", disse Renato Silva.

Na residência de Rosemeire de Assis, são nove meses sem água. Para lavar roupa, louça e tomar banho, o jeito é reaproveitar água da chuva ou gastar R$ 80 por mês com caminhões-pipa, fora o valor da conta, que continua sendo cobrado. "Sofrimento é muito grande, a gente não aguenta mais sofrer, porque a gente paga conta de água todo o mês e a gente comprando pipa d´água", afirma.

A mesma cena se repete na casa de Anália de Oliveira. Ela e a família estão sem água há cinco meses. Desde então, o banho ocorre com auxílio de um recipiente. Sem alternativa, a solução foi arcar com R$ 850 para reativar esta cisterna.

Segundo a Empresa Baiana de Água e Saneamento (Embasa), o motivo da falta de água é uma obra de ampliação no sistema de abastecimento. A empresa disse que já foi implantada uma nova adutora e a situação já começou a ser resolvida em algumas comunidades, mas a água ainda está chegando com pressão menor. A previsão é que o problema seja resolvido até o final desta semana. No caso das contas que subiram demais, a empresa disse que é preciso procurar o escritório da embasa e pedir reavaliação da tarifa.

Fonte: G1

O pescador italiano, Dino Ferrari, travou nessa ultima sexta feira (20) uma batalha com um peixe gigante de 127kg, no Rio Pó, na Itália, e as fotos foram divulgadas hoje (24) pelo site Daily Mail. 

O italiano capturou um raro peixe, Siluro, também conhecido como o sheatfish, e é nativo da Europa. Ferrari pode estabelecer um novo recorde mundial pela pesca do animal devido á sua conquista com apenas uma simples vara.

Os siluro, apesar de ser um peixe gigante e extremamente raro de se pescar, não é o maior peixe já capturado nas águas doces da Europa.

Em dezembro  de 2014 o estudante  de 14 anos, Sam Lee, pescou um peixe-gato de 139 kg e 2,78m, durante uma pescaria de férias com seu pai, na Espanha.

Fonte: R7

Um jovem de 20 anos foi preso com aproximadamente 600 selos de LSD e R$ 587, na quadra 102 da Asa Sul, área central de Brasília, na tarde desta segunda-feira (23).

Há 15 dias o rapaz estava sendo monitorado pelos investigadores da Polícia Civil. Além do LSD e do dinheiro, a polícia também encontrou com o acusado um cigarro de maconha e um pote com uma substância conhecida como “oil hash”, com alto teor de THC, o principio ativo da maconha. A suspeita é que a droga também seria vendida no DF.

O acusado estava morando em Águas Lindas de Goiás, Entorno do Distrito Federal, há apenas dois meses. A polícia acredita que ele tenha vindo à Brasília, atraído pelo movimento do carnaval

Segundo o delegado Alexandre Gratão, a droga é fácil de ser disfarçada. Veio pelo correio como uma correspondência normal em folhas ilustradas com a imagem conhecida por usuários e traficantes como banana vermelha. 

—Ele mesmo relatou que nos dois meses que está em Brasília, recebeu quatro ou cinco vezes essa quantidade da droga.

De acordo com Alexandre, o serviço do correio é habitualmente utilizado por traficantes para o envio de drogas sintéticas. 

O acusado não tinha passagens pela polícia e vai responder por tráfico de drogas

Fonte: R7

Autoridades locais chinesas conformaram a morte do bispo chinês Shi Enxiang, que passou mais de 50 anos na prisão por sua lealdade ao Vaticano, informou a família do religioso que faleceu aos 93 anos.

A família explicou que aguarda o corpo do bispo para organizar um funeral público.

A morte do prelado chinês mais idoso foi anunciada no fim de janeiro pela agência católica UCANews, mas a informação ainda não havia sido confirmada oficialmente.

"O governador do vilarejo veio perguntar se o corpo de meu tio havia chegado. Perguntamos se estava vivo. Ele disse 'não, está morto, provavelmente está morto'", declarou à AFP Shi Wanke, sobrinho do religioso, em Shizuang, a 100 km de Pequim.

Desaparecido em 2001 na capital chinesa e escondido pelas autoridades desde então, o monsenhor Shi Enxiang teria feito aniversário em fevereiro.

Ele passou mais de 50 anos na prisão, em campos de trabalho ou em prisão domiciliar.

Ordenado padre em 1947 pela Igreja Católica romana, dois anos antes da chegada dos comunistas ao poder, sempre rejeitou integrar a Associação Patriótica dos Católicos chineses, criada pelo regime e que não reconhece a Santa Sé.

A família deseja agora organizar uma cerimônia pública para uma despedida.

"Se está morto, queremos pelo menos receber o corpo para realizar um enterro religioso", afirmou Shi Chunyan, sobrinha do bispo.

Fonte: G1

Kibera, a favela queniana que foi cenário do filme O Jardineiro Fiel e conhecida por sua superpopulação, pobreza e más condições sanitárias, está sendo remodelada e modernizada.

Fundada mais de cem anos atrás, Kibera abriga cerca de 1 milhão de habitantes, um quinto da população de Nairóbi (capital do Quênia), e até recentemente não figurava em nenhum projeto governamental.

A favela é formada por 15 comunidades. Uma delas, Mashimoni, é repleta de cabanas de lama e casas de latão. A única infraestrutura formal é um banheiro, recém-construído.

Boniface Ouma, morador de Kibera há 37 anos, diz que as mudanças são perceptíveis: a região agora tem ruas asfaltadas, clínicas móveis e postos policiais instalados em contâineres, iluminação nas ruas e até wi-fi.

Uma das principais questões é a moradia.

Os moradores não têm títulos de propriedade de suas casas, então tecnicamente os terrenos ainda pertencem ao governo.

Isso não impede os descendentes dos moradores originais de sublocarem seus casebres para moradores mais recentes.

Agora, porém, o governo está construindo casas permanentes, com condições sanitárias adequadas.

Anne Waiguru, ministra do Planejamento do Quênia, disse à BBC que o governo quer "que essas novas casas se tornem o padrão mínimo para os moradores de Kibera"

Banheiros voadores
Ainda que a vida em barracos improvisados e sem rede de esgoto continue sendo a realidade para muitos dos moradores, uma nova Kibera está tomando forma.

Lojas de roupa, açougues, padarias e mercearias foram reconstruídos; caminhões de lixo - ainda que raros - são vistos nas ruas, enquanto trabalhadores constroem novas estradas e encanamentos.

A reportagem vê dez pessoas trabalhando para desbloquear uma das principais redes de esgoto, instalando drenos. A rede está repleta de lixo, e o cheiro de dejetos humanos toma conta do ambiente.

"Se conseguirmos manter o encanamento limpo, será menos provável que as crianças adoeçam", diz um transeunte.

Por ali, uma das novidades mais bem-vindas são os novos banheiros com descargas. Antes, moradores usavam sacolas de plástico para recolher seus dejetos, depois jogados nos rios mais próximos ou mesmo nas ruas. Eram os chamados "banheiros voadores".

"Agora não pegaremos mais doenças como antes", diz Catherine Mueni, moradora antiga de Kibera.

O governo diz que planeja construir 182 banheiros comunitários na favela. Por enquanto, 90 estão completos.

Desemprego
Cerca de 50% dos trabalhadores da favela trabalham em Nairóbi, em geral como mão de obra barata e de pouca qualificação.

Mas o desemprego ainda é alto, sobretudo entre os jovens.

Muitos moradores passam o dia à toa, em geral envolvendo-se em brigas com a polícia ou consumindo drogas e álcool.

Como parte da revitalização, alguns jovens moradores estão sendo estimulados a empreender: a ideia é que eles vendam alimentos produzidos localmente, como couve, milho e peixe.

Mas Boniface Oruma está preocupado com o futuro desses projetos.

"Precisamos de soluções de longo prazo, e alguns projetos, como esse dos vegetais e de lagos para peixes, não são realmente sustentáveis a longo prazo."

Outros jovens estão sendo recrutados para trabalhar na construção civil. Desde o início dos trabalhos de modernização, 5 meses atrás, mais de 3,5 mil pessoas foram empregadas.

Como todo o trabalho é feito pelos próprios moradores, o governo espera que, quando a reforma de dois anos acabar, a comunidade poderá continuar a construir mais casas.

Quanto às novas estradas, a vendedora ambulante Millicent Atieno diz que se trata de uma faca de dois gumes.

"Ficou mais fácil chegar ao mercado e os meios de transporte me deixam bem em frente à minha tenda", diz ela.

No entanto, como algumas casas foram removidas pelo governo, ela tem menos clientes morando perto.

Mudança duradoura?
Até recentemente, Kibera não tinha água encanada, e os moradores recorriam à água suja da represa de Nairóbi.

Dirigindo pelas comunidades da favela, a reportagem da BBC viu diversas filas de moradores que queriam usar a torneira comunitária, um avanço em relação às águas turvas da represa.

Autoridades acreditam que, se os moradores forem diretamente envolvidos na renovação de Kibera, cuidarão para que os avanços sejam preservados.

Maria Kowa, 32, mãe de três filhos, concorda.

"Esta é a nossa casa. Se não cuidarmos dela, depois de tudo, só poderemos culpar a nós mesmos", diz ela. "Fico feliz em ver que meus filhos não terão as mesmas dificuldades que eu tive."

Ela espera que coletar água da represa seja coisa do passado e sonha com o dia em que tenha água corrente dentro de sua casa.

Esse dia ainda está longe, mas muitos moradores esperam que ao menos Kibera deixe de ser sinônimo de caos e pobreza extrema para se tornar apenas um bairro a mais em Nairóbi.

Fonte: G1
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